- A reforma da Praça dos Três Poderes prevê restauro até dezembro e a criação de regras permanentes de convivência, com a formação de um Comitê de Governança entre os Poderes da República e o Governo do Distrito Federal.
- A restauração é supervisionada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), com condução técnica da Instituto Pedra, financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Petrobras via Lei Rouanet, e execução da Concrejato Engenharia.
- Os trabalhos visam corrigir desgaste causado por eventos com estruturas pesadas, circulação de veículos sobre o piso de pedras portuguesas, remendos de cimento, buracos, lixo e pedras soltas.
- O Iphan e o governo defendem regras de governança e a elaboração de um Manual de Manutenção e Conservação, para evitar uso inadequado e assegurar a proteção do espaço como patrimônio simbólico da democracia.
- A preservação envolve participação da sociedade civil e é destacada como essencial para o pertencimento local, educação patrimonial e valorização da praça, um dos símbolos nacionais desde a construção de Brasília.
A Praça dos Três Poderes recebe processo de restauração com foco na governança permanente. A reforma busca evitar danos causados por uso inadequado e eventos com estruturas pesadas, assegurando circulação adequada e proteção ao conjunto arquitetônico.
A intervenção envolve a Presidência da República, o Iphan e o GDF, com supervisão técnica da empresa Instituto Pedra. O BNDES e a Petrobras financiam, via Lei Rouanet, parte do restauro, executado pela Concrejato Engenharia. A conclusão está prevista para dezembro.
A governança da praça passou a exigir regras de convivência e preservação. O chefe de gabinete adjunto da Presidência, Swedenberger Barbosa, destaca que não haverá estruturas metálicas no piso nem circulação de veículos, e que um Comitê de Governança entre os Poderes e o GDF deve ser constituído.
Para a governadora Celina Leão, a participação institucional entre órgãos públicos é essencial. Ela afirma que o espaço simboliza a história, a arquitetura e a identidade de Brasília, devendo ser preservado para as futuras gerações.
O Iphan supervisiona a restauração, com a execução técnica sob responsabilidade do Instituto Pedra e a gestão de zeladoria a cargo do GDF. A presidência da República apoia a adoção de regras permanentes para evitar tráfego de carros e o uso de estruturas para eventos.
O presidente do Iphan, Deyvesson Gusmão, comenta a criação de um Manual de Manutenção e Conservação. O documento estabelece diretrizes técnicas para orientar a preservação após a conclusão do restauro, fortalecendo a governança compartilhada.
Turistas e moradores comentam a intervenção de forma mista. Visitantes de outras cidades destacam a importância do patrimônio, mesmo diante de obras, enquanto apreciam outras atrações do complexo, como o Panteão da Pátria.
A participação da sociedade civil é destacada pelo Instituto Pedra. A entidade aponta que a restauração renova a missão de valorizar o patrimônio cultural, com regras de governança que assegurem a durabilidade do espaço tombado pelo Iphan.
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