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Juliano Cazarré rebate críticas ao defender homens na GloboNews

GloboNews debate: Juliano Cazarré defende “homens que sirvam”; Vera Iaconelli questiona proteção masculina diante da violência de gênero

Juliano Cazarré em debate na GloboNews
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  • Juliano Cazarré participou de debate na GloboNews na noite de terça-feira, 12, defendendo o curso O Farol e a Forja, que descreveu como “o maior encontro de homens do Brasil”.
  • O ator afirmou que pretende formar “homens que sirvam” e que “nem todo homem é um opressor”.
  • A psicanalista Vera Iaconelli rebateu ao vivo, dizendo que a violência de gênero afeta mulheres e questionando a ideia de protetores masculinos.
  • Ela destacou que, com mulheres cada vez mais emancipadas, há aumento da violência contra a mulher e pediu reflexão sobre o papel dos homens.
  • O consultor Ismael dos Anjos também criticou o discurso, afirmando que iniciativas de “autoajuda masculina” podem soar desconectadas da realidade de grupos vulneráveis.

Juliano Cazarré participou de um debate na GloboNews na noite de terça-feira, 12, para falar sobre o projeto O Farol e a Forja, que ele descreve como o maior encontro de homens do Brasil. O ator afirmou que o objetivo é formar homens que sirvam e afirmou que nem todo homem é opressor.

Ao explicar a proposta, Cazarré disse que o curso funciona como um pouco de bom senso e incentiva os homens a reconhecerem que também podem errar. Ele afirmou que o grupo busca ajudar na melhoria coletiva sem generalizações.

A fala gerou reação imediata. Vera Iaconelli, psicanalista presente no programa, criticou a ideia ao questionar a imagem de homens como protetores diante da violência de gênero. Ela lembrou que as mulheres enfrentam maior vulnerabilidade e apontou a violência como tema central.

Ismael dos Anjos, consultor convidado, também criticou a proposta. Segundo ele, iniciativas de autoajuda masculina podem parecer desconectadas da realidade de grupos historicamente vulneráveis, especialmente para quem ainda enfrenta barreiras sociais.

Reações ao debate

A discussão permaneceu em aberto no ar, com participantes destacando diferentes perspectivas sobre masculinidade, violência de gênero e responsabilidade masculina. O tema tende a render novos ensinamentos sobre políticas de gênero no Brasil.

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