- 38% da população usa redes sociais como principal fonte de informação política; a televisão fica em segundo, com 35%, seguido por sites e blogs (10%) e rádio (3%).
- O uso de plataformas digitais para acompanhar o Planalto e o Congresso cresceu desde o fim do ano passado, enquanto a televisão registrou leve queda.
- A maior parcela do eleitorado, 32%, se define como independente; Direita não Bolsonarista soma 21% e Bolsonaristas convictos, 12%.
- No cenário de segundo turno, Lula apresenta 42% das intenções de voto, frente a 41% de Flávio Bolsonaro.
- Violência é a principal preocupação do brasileiro, citada por 31% dos entrevistados, seguido por corrupção (18%) e problemas sociais (15%).
A pesquisa Genial/Quaest, publicada nesta quarta-feira (13), aponta que as redes sociais são a principal fonte de informação política para 38% dos brasileiros. A televisão fica em segundo lugar, com 35%, seguido por sites e blogs (10%) e rádio (3%). O estudo observa diferença entre meios digitais e TV, com crescimento das plataformas digitais desde o fim do ano passado.
A sondagem destaca que o uso de redes para acompanhar o Planalto e o Congresso tem mostrado avanço, enquanto a televisão registra leve queda. A maior parcela do eleitorado se informa sobre política pelas redes, segundo os dados apresentados.
Apesar do debate público centrado na dicotomia esquerda-direita, 32% dos entrevistados se autodefinem como independentes. Entre as parcelas com posições próprias, “Direita não Bolsonarista” soma 21%, acima dos bolsonaristas convictos, com 12%.
Perfil do eleitor
Lulistas representam 19% do espectro, enquanto a “Esquerda não Lulista” soma 14%. O levantamento mostra um cenário próximo de um possível segundo turno, com Lula em 42% e Flávio Bolsonaro em 41% das intenções de voto.
Preocupações da população
A violência é citada por 31% como a principal preocupação nacional. Em seguida entram corrupção (18%) e problemas sociais (15%), superando temas econômicos e de saúde na escala de prioridades. As informações ajudam a entender o clima eleitoral e o peso de cada tema.
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