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Oposição afirma que pesquisa beneficia Lula, mas aponta limites de melhoria

Oposição vê leve aperto de Lula pela máquina pública, mas sustenta efeito limitado das medidas anunciadas e arrefecimento na campanha

Presidente Lula participa de solenidade no Palácio do Planalto
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  • A pesquisa Quaest, divulgada entre 8 e 11 de maio com 2.004 eleitores, mostra leve recuperação de Lula: queda da avaliação negativa de 42% para 39% e alta da avaliação positiva de 31% para 34%.
  • Líderanças bolsonaristas avaliam que o efeito da máquina pública a favor do petista é limitado e tende a arrefecer até a campanha.
  • Medidas como o novo Desenrola e o fim da escala 6×1 são vistas como ações que podem influenciar o eleitor, mas com efeito contido, segundo a oposição.
  • O governo zerou impostos federais sobre importações de até US$ 50, o que é visto por críticos como uma medida eleitoreira; a oposição diz que a taxação foi imposta pelo Planalto em 2024.
  • Há preocupação entre bolsonaristas com a aprovação da PEC que acaba com a escala 6×1, ao mesmo tempo em que estudam estratégias para reduzir o impacto positivo dessa pauta para o governo.

Oposição afirma que pesquisa reflete máquina pública a favor de Lula, mas aponta limite de impacto. Bolsonaristas veem avanço tímido do governo e acreditam que ações de 2024-2026 tendem a arrefecer até a campanha eleitoral.

Segundo a Quaest, nova leitura sobre o governo Lula aponta queda da avaliação negativa de 42% em abril para 39% em maio, e aumento da avaliação positiva de 31% para 34%. O índice regular ficou em 25%. A sondagem ouviu 2.004 eleitores entre 8 e 11 de maio.

A divulgação ocorre após anúncios de medidas do governo, como o programa Desenrola e o fim da escala 6×1 para trabalhadores. Bolsonaristas defendem que tais ações podem melhorar a sensação econômica, mas argumentam que o efeito tende a ser limitado.

O grupo observou também a repercussão de ações consideradas eleitorais, como o fim da chamada “taxa das blusinhas”, com a isenção de impostos federais sobre importação de até US$ 50. A expectativa é de que o impacto seja contido.

A oposição já sinalizou apoio à MP que zeraria o imposto em certas condições, afirmando que a taxação foi imposta pelo Planalto em 2024. A defesa do projeto ocorre em meio a críticas sobre responsabilidade fiscal.

Sobre a PEC que acaba com a escala 6×1, a ala bolsonarista estuda estratégias para reduzir o efeito positivo do governo, mantendo ao mesmo tempo um discurso de alinhamento com o setor produtivo. A pauta segue sendo debatida no Congresso.

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