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Pesquisa mostra 60% veem reunião Lula-Trump como boa para o Brasil

Genial/Quaest: 60% avaliam encontro Lula-Trump como bom para o Brasil; 43% dizem que Lula saiu politicamente mais forte

Presidentes Donald Trump, dos EUA, e Lula, do Brasil — Foto: Ricardo Stuckert/PR
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  • 60% dos brasileiros avaliam o encontro entre Lula e Trump como bom; 18% consideram ruim e 10% disseram que não foi nem bom nem ruim.
  • 70% souberam do encontro; 43% dizem que Lula ficou politicamente mais forte, 26% mais fraco e 13% não houve alteração.
  • Sobre o impacto para Lula, 37% veem efeito positivo, 20% negativo, 6% neutro; 37% não sabem ou não responderam.
  • Em relação à postura de Lula na conversa, 56% acharam que foi mais amigável, 13% viram como mais dura, 3% neutra; 28% não sabem ou não responderam.
  • Dados da pesquisa: margem de erro de ±2 pontos procentuais, 2.004 pessoas entrevistadas entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11); estudo contratado pela Genial Investimentos e registrado no TSE com o protocolo BR-03598/2026.

O encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump foi avaliado como positivo para o Brasil por 60% dos brasileiros, aponta a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta semana. Outros 18% entenderam que não foi bom nem ruim, e 10% classificaram como ruim. A operação foi realizada na semana passada.

A sondagem mostra que 70% dos entrevistados ficaram sabendo do encontro entre Lula e Trump. Entre esses, 43% acreditam que Lula saiu do encontro politicamente mais fortalecido, 26% dizem que ele saiu mais fraco, 13% não perceberam mudança e 18% não sabem ou não responderam.

Percepção sobre o impacto e o estilo do encontro

Questionados sobre o impacto na imagem de Lula, 37% avaliam que a reunião foi mais positiva que negativa. Outros 20% consideram o efeito mais negativo do que positivo, enquanto 6% veem equilíbrio entre os polos. Ainda assim, 37% não sabem ou não responderam.

Sobre o tom da conversa, 56% percebem que Lula adotou postura mais amigável que dura com Trump, 13% veem o oposto, e 3% não identificam nem firmeza nem amabilidade. 28% não responderam ou não souberam.

Relação futura com os Estados Unidos

Na visão sobre a linha de atuação do Brasil, 56% defendem que Lula seja aliado dos EUA, 29% apontam para uma atuação mais independente, 6% entendem que o Brasil deve atuar como opositor, enquanto 9% não responderam.

Metodologia e credenciais

A Quaest ouviu 2.004 pessoas entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Genial Investimentos e registrado no TSE sob o protocolo BR-03598/2026.

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