- O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) disse ao presidente do PT que não pretende disputar o governo de Minas Gerais em 2026, declarando “hoje não pretende ser” candidato.
- Pacheco aguarda uma nova reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para definir a posição final e apresentar condições para entrar na disputa.
- O PT vê Pacheco como nome viável para Minas, mas a candidatura exige estrutura política, mobilização de militância e apoio regional, conforme avaliação de interlocutores.
- No entorno do senador, há a opção de ele assumir o Tribunal de Contas da União (TCU) caso deixe a carreira pública, segundo o Poder360; disputar o governo é visto como maior visibilidade.
- Entre as alternativas de plano B, aparecem o ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia) e a prefeita de Contagem, Marília Campos, com a executiva estadual do PT discutindo coligação e possível vice em chapa com Kalil.
O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) disse ao presidente do PT, Edinho Silva, que não pretende disputar o governo de Minas em 2026. A declaração ocorreu na terça-feira, 12 de maio de 2026, em Brasília, antes da cerimônia de posse de Kassio Nunes Marques no TSE.
Pacheco informou que, neste momento, não cogita a candidatura. Ainda assim, afirmou que terá uma nova conversa com o presidente Lula antes de tomar uma decisão definitiva sobre a disputa.
A conversa com Lula é considerada decisiva. O senador deverá apresentar condições para entrar na disputa pelo Palácio Tiradentes. A avaliação é de que a candidatura envolve estrutura política, mobilização e articulação regional, além da presença no interior do estado.
Há também uma leitura sobre a trajetória pessoal de Pacheco. Ele avalia a possibilidade de retornar à iniciativa privada caso não dispute o governo.
O PT tem defendido o nome de Pacheco como favorito para Minas. Lula já afirmou que não há plano B para o estado.
Edinho Silva manteve a posição aberta. As conversas devem seguir com a direção estadual do PT em Minas Gerais.
Outros cenários ganharam força nos bastidores. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), ofereceu uma vaga no TCU a Pacheco diante de possível saída de Bruno Dantas. A proposta é vista por aliados como fim de carreira, enquanto disputar Minas aparece como opção de maior visibilidade.
No horizonte, o PT estuda formar uma coalizão competitiva em Minas. A legenda não descarta indicar o vice em uma eventual chapa encabeçada por Alexandre Kalil, caso a alinhavem apoio necessário. O ministro Alexandre Silveira, aliado de Lula, também é citado como possibilidade caso Pacheco não dispute o governo.
Entre na conversa da comunidade