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Romeu Zema é apontado como possível vice de Flávio Bolsonaro

Zema surge como provável vice de Flávio Bolsonaro, sinalizando aliança estratégica da 3ª via e impacto político no cenário eleitoral

Ex-governador Romeu Zema postou vídeo satírico sobre ministros do STF. (Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados)
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  • O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, é citado como possível vice de Flávio Bolsonaro, ainda que se apresente como candidato da 3ª via.
  • A decisão do governo federal de não incluir as concessões da Enel no Rio de Janeiro e no Ceará no pacote de renovações gerou expectativa sobre o papel de Zema como voz moderadora em temas sensíveis.
  • A Aneel recomendou renovar concessões de algumas distribuidoras, mas Rio e Ceará ficaram de fora; no estado do Rio, o tempo médio de religação ficou em 419 minutos pela Enel, e 534 pela Light, números acima da média nacional de 437 minutos.
  • Golpistas atingiram principalmente a geração millennial no e-commerce em 2025, com quase 600 mil ocorrências; geração Z também teve alta exposição ao risco, de acordo com estudo da Serasa Experian.
  • No Balelômetro da Coluna, o Desenrola Brasil avança apenas em plataformas digitais medianas, enquanto o programa enfrenta dúvidas de credores sobre o alcance real da iniciativa.

Romeu Zema, governador de Minas Gerais, tem sido alvo de críticas ao STF, o que elevou sua visibilidade. Em meio a esse movimento, surge a leitura de que ele pode se tornar vice de Flávio Bolsonaro. A liderança dele é apresentada como parte da 3ª via, mas o papel de vice é cada vez mais citado.

Ainda que se apresente como candidato da 3ª via, a especulação cresce em torno de Zema atuando como voz de temas sensíveis que o presidenciável Flávio Bolsonaro prefere evitar. A leitura é de que o mineiro pode funcionar como condicionante de pautas delicadas.

Conforme apurado, o assunto envolve decisões políticas recentes que elevam o potencial de Zema no pleito. O cenário sugere que a dobradinha pode ganhar força na agenda de alianças para 2026, com foco em votos conservadores moderados.

Contexto político

O governo federal não incluiu as concessões da Enel no Rio de Janeiro e no Ceará no pacote de renovações anunciado recentemente. A Aneel recomendou a renovação dessas concessões, apesar de já ter antecipado 14 licenças. O caso acende o debate sobre critérios de renovação.

No Rio, a distribuidora Light atua em 31 municípios e está em recuperação judicial desde 2023. Entre abril de 2025 e março de 2026, o tempo médio de religação foi de 419 minutos pela Enel e 534 pela Light. A média nacional ficou em 437 minutos.

Em regiões na Bahia, a Coelba teve a média de religação de 639 minutos, a pior do país. Analistas atribuem a diferença a fatores operacionais locais e à qualidade da infraestrutura.

Economia digital

Golpistas voltaram a mirar o varejo online, com foco na geração Millennials em 2025. Foram registrados quase 600 mil golpes nesse grupo, segundo estudo da Serasa Experian. A Geração Z somou cerca de 506 mil ocorrências, com maior taxa de risco de 2,2%. A Geração X registrou 297 mil golpes.

Os dados indicam vulnerabilidades no comércio eletrônico brasileiro e reforçam a necessidade de mecanismos de verificação de identidade e transações seguras para reduzir fraudes no varejo digital.

Panorama institucional

O Desenrola Brasil, programa do governo federal para enfrentar o endividamento, avança apenas em plataformas digitais com credores cautelosos. Plataformas médias continuam buscando a confiança dos bancos, que resistem a mudanças rápidas. O debate sobre eficácia do programa permanece em discussão.

Contexto internacional e diplomacia

Em Roma, o padre Anderson Pedroso, reitor da PUC-Rio, participa de um seminário sobre Padre Antônio Vieira ao lado do cardeal português José Tolentino de Mendonça. O encontro ocorre durante as comemorações dos 200 anos de relações entre Brasil e Santa Sé, iniciadas em 1826, quando o Papa Leão XII recebeu o primeiro representante brasileiro.

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