- A Câmara Legislativa do Distrito Federal abriu um Processo Administrativo Disciplinar para apurar suspeita de espionagem em computadores da casa.
- O afastamento temporário, por ducesso de sessenta dias, atingiu o diretor responsável pela modernização e inovação digital; chefias substitutas do setor também ficaram afastadas.
- A denúncia aponta monitoramento do conteúdo acessado na rede corporativa e cita a ativação de uma funcionalidade chamada Deep Inspection no fim de março.
- A apuração fica a cargo da Comissão de Processo Disciplinar e Tomada de Contas Especial, com prazo inicial de dois meses, podendo ser prorrogado por igual período.
- O caso ainda não foi encaminhado à Polícia Civil do Distrito Federal; se surgirem provas, poderá haver encaminhamento para investigação.
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) abriu um Processo Administrativo Disciplinar para apurar suspeita de espionagem em computadores da casa. A medida resultou no afastamento, por 60 dias, do diretor responsável pela modernização e inovação digital, além de afastamentos de chefias substitutas do setor.
Segundo a denúncia, houve monitoramento do conteúdo trafegado pelos usuários da rede corporativa. Os relatos teriam sido feitos por servidores da CLDF. No fim de março, teria sido ativada a funcionalidade denominada Deep Inspection, que amplia a segurança interna, mas também permite o monitoramento de sites acessados.
A apuração está a cargo da Comissão de Processo Disciplinar e Tomada de Contas Especial, com prazo de dois meses, prorrogável por igual período. A decisão ainda não foi encaminhada à Polícia Civil do Distrito Federal para investigação, segundo a Casa.
A Câmara afirma que a medida demonstra compromisso com transparência, legalidade e rigor na apuração, assegurando contraditório e ampla defesa às partes envolvidas. A defesa dos afastados ainda não foi apresentada publicamente.
Contexto e próximos passos
Caso sejam comprovadas irregularidades, o assunto pode seguir para prosseguimento interno ou encaminhamento a órgãos de fiscalização. A CLDF não divulgou novos detalhes sobre episódios específicos ou evidências reunidas até o momento.
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