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Zema diz que cobrar dinheiro de Vorcaro é imperdoável

Zema classifica como imperdoável a cobrança de Vorcaro por Flávio Bolsonaro; recurso seria para a cinebiografia de Jair Bolsonaro, totalizando US$ 24 milhões

O pré-candidato ao Planalto, Romeu Zema (Novo)
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  • O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema, chamou de imperdoável a cobrança de dinheiro feito por Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
  • Zema disse que é “tapa na cara dos brasileiros de bem” e que é preciso credibilidade para mudar o Brasil.
  • A reportagem do Intercept Brasil, publicada nesta quarta-feira, afirma que Flávio Bolsonaro negociou um repasse de US$ 24 milhões com Vorcaro para financiar o filme sobre Jair Bolsonaro, intitulado Dark Horse.
  • Segundo o material, ao menos US$ 10,6 milhões foram pagos entre fevereiro e maio de 2025, em seis transferências para a produção do longa.
  • A investigação diz ter acesso a áudios, mensagens, documentos e comprovantes bancários relacionados à negociação.

Romeu Zema classifica como imperdoável a cobrança de Flávio Bolsonaro a Vorcaro, dono do Banco Master. O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência afirmou que a ação é um tapa na cara dos brasileiros de bem e que é preciso credibilidade para mudar o país.

Segundo a reportagem do Intercept Brasil publicada nesta quarta-feira,13, Flávio Bolsonaro teria negociado um repasse de aproximadamente US$ 24 milhões diretamente com Daniel Vorcaro para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro. A informação envolve o filme Dark Horse, cuja produção seria baseada na trajetória do ex-presidente.

A apuração afirma ter acesso a áudios, mensagens, documentos e comprovantes bancários ligados à negociação. Os valores seriam destinados à produção do longa, ainda sem data de conclusão divulgada pelas partes envolvidas.

Documentos indicam que, entre fevereiro e maio de 2025, ocorreram pelo menos seis transferências que somaram cerca de US$ 10,6 milhões, equivalentes a aproximadamente R$ 61 milhões, para financiar o projeto cinematográfico.

A matéria ressalta que o dinheiro seria direcionado à produção de conteúdo ligado à biografia de Jair Bolsonaro, com a participação de empresários e figuras ligadas ao setor financeiro, conforme o material obtido pela reportagem.

O Banco Master, apresentado como financiador, aparece nos registros analisados pela reportagem, que descreve a movimentação financeira como parte de uma operação para viabilizar o filme Dark Horse. O material foi obtido pela equipe do Intercept Brasil e envolve documentos bancários e mensagens.

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