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Amoêdo afirma que Zema foi submisso ao bolsonarismo por oito anos

Amoêdo afirma que Zema foi submisso ao bolsonarismo por oito anos, repercutindo áudio de Flávio; Zema chama pedido de dinheiro de imperdoável

Na imagem, Amoêdo em 2018, quando se candidatou à Presidência pelo Novo; político saiu do partido em 2022, depois de apoiar Lula na eleição
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  • João Amoêdo afirmou que Romeu Zema foi submisso ao bolsonarismo por oito anos, publicada em X na quinta-feira (14 de maio de 2026).
  • Amoêdo republicou vídeo em que Zema comenta o áudio de Flávio Bolsonaro enviado a Daniel Vorcaro, relacionado à produção do filme Dark Horse.
  • Zema classificou o episódio do áudio como imperdoável e disse que ele representa um tapa na cara dos brasileiros de bem; o pré-candidato do Novo questionou a credibilidade para mudar o país.
  • O ex-governador criticou o uso do Novo como linha auxiliar da família Bolsonaro, sugerindo que a demora em romper pode ter sido por ignorância ou oportunismo eleitoral.
  • Dados da Agência Bites apontam que Zema liderou, em abril, o volume de interações nas redes entre os pré-candidatos à Presidência, com 26 milhões, seguido por Flávio Bolsonaro com 24,4 milhões.

João Amoêdo, ex-presidente do Novo, chamou Romeu Zema de submisso ao bolsonarismo por oito anos. A declaração foi publicada nesta quinta-feira (14.mai.2026) no perfil de Amoêdo na rede social X, ao republicar um vídeo sobre um áudio envolvendo Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro. O episódio envolve o ex-governador de Minas Gerais, pré-candidato à Presidência pelo Novo, e lideranças da família Bolsonaro.

Amoêdo afirmou que Zema tratou o Novo como uma linha auxiliar da família Bolsonaro e questionou se a demora para romper com o grupo decorreu de ignorância ou de oportunismo eleitoral. Segundo o ex-presidenciável, Zema descobriu que esse grupo não é confiável.

A repercussão da fala acontece em meio à divulgação de um áudio em que Flávio Bolsonaro solicita recursos a Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Zema classificou o episódio como imperdoável, definindo o áudio como um tapa na cara dos brasileiros de bem e reiterou a necessidade de credibilidade para transformar o país. Em análise de redes, dados da Agência Bites apontam que Zema e Flávio Bolsonaro tiveram o maior volume de interações entre pré-candidatos à Presidência em abril, com 26 milhões e 24,4 milhões, respectivamente.

Contexto nas redes

  • O áudio envolvendo Flávio Bolsonaro ganhou protagonismo após sua divulgação.
  • Zema e Flávio lideraram as interações entre pré-candidatos no mês.

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