- Lançamento da autobiografia do ex-ministro Marcelo Queiroga flopou na Biblioteca do Senado, com baixa participação de parlamentares.
- A cerimônia ocorreu após revelar relação entre Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL, e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
- Segundo o Intercept Brasil, Flávio pediu dinheiro ao banqueiro para financiar um filme sobre o ex-presidente; Vorcaro pagou 61 milhões de reais pela produção de “Dark Horse” entre fevereiro e maio de 2025.
- Entre os presentes estiveram Damares Alves e Efraim Filho; bolsonaristas não compareceram em sinal de resguardo diante do escândalo.
- Alguns pressionaram para se reunir com Flávio para discutir gestão de crise, enquanto outros deixaram o Congresso para “esfriar a cabeça e esperar a poeira baixar”.
O lançamento da autobiografia do ex-ministro Marcelo Queiroga, que atuou no Ministério da Saúde durante a pandemia, teve público restrito na Biblioteca do Senado. A cerimônia de apresentação do livro intitulado Eu venho lá do sertão: O sertanejo que nasceu na praia ocorreu sob o impacto de revelações envolvendo figuras da política recente.
A obra já nasce sob contorno de polêmica: segundo reportagem do Intercept Brasil, Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à presidência, teria pedido apoio financeiro a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar um filme sobre o ex-presidente. A produção, intitulada Dark Horse, teria recebido 61 milhões de reais entre fevereiro e maio de 2025.
No evento, estiveram presentes poucos parlamentares, entre eles Damares Alves e Efraim Filho. Bolsonaristas, em meio ao desgaste envolvendo Flávio Bolsonaro, optaram por não confirmar presença. Alguns participantes seguiram para outras atividades no Congresso enquanto membros da base avaliavam a agenda de crise.
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