- Bases de Lula e Flávio Bolsonaro convergiram pela instalação da CPI do Master, após divulgação de áudios e mensagens envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro.
- Flávio Bolsonaro confirmou ter pedido dinheiro a Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro, e destacou que a negociação foi privada e não houve uso de recursos públicos.
- O senador negou irregularidades e afirmou que o financiamento não teve patrocínio público nem recursos da Lei Rouanet.
- A divulgação do áudio provocou reações no Congresso: PT defende quebra de sigilos e ampliação de apurações; aliados de Flávio buscam justificar recursos privados e fortalecer a defesa da CPI do Master.
- Parlamentares governistas pretendem usar a CPI para analisar a evolução patrimonial de Flávio e as operações do Banco Master, buscando esclarecer o crescimento da instituição nos últimos anos.
A divulgação de áudios e mensagens atribuídas ao pré-candidato à Presidência senador Flávio Bolsonaro e a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, levou governistas e oposição a defender a instalação da CPI do Master. A sinalização ocorreu nesta quarta-feira, 13, em Brasília.
A movimentação envolve o tema da evolução patrimonial de Flávio Bolsonaro e as operações financeiras do Master, que teriam permitido o crescimento do banco nos últimos anos. A confluência entre bases políticas ocorre mesmo com divergências sobre o objetivo da comissão.
Flávio Bolsonaro confirmou ter pedido dinheiro a Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro, dizendo que o projeto é privado e não utiliza dinheiro público. O senador afirmou ainda que não houve irregularidade na negociação.
O áudio divulgado gerou reação no Congresso. Parlamentares da oposição defenderam quebra de sigilos e ampliação das apurações sobre o Banco Master, enquanto aliados de Flávio enfatizaram a natureza privada dos recursos e a legalidade do negócio.
Flávio Bolsonaro também indicou apoio à criação da CPI do Master, buscando esclarecer eventuais vínculos entre a instituição financeira e decisões do governo. A defesa enfatiza que não houve uso de recursos públicos e que os fatos precisam ser apurados de forma objetiva.
Entre na conversa da comunidade