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Defesa de Flávio foi adiantada por Allan dos Santos

Allan dos Santos antecipa defesa de Flávio Bolsonaro, orientando negar uso da Lei Rouanet e cobrar CPI do Banco Master em vídeo nas redes

"Ele [Flávio] não estava pagando dinheiro de nenhum pagador de impostos. Ele estava pedindo dinheiro para um empresário, e não dinheiro da Lei Rouanet", afirmou Allan dos Santos
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  • Allan dos Santos publicou um vídeo no Instagram antecipando a estratégia de defesa que Flávio Bolsonaro deveria adotar, antes de o senador se manifestar sobre o assunto.
  • O blogueiro sugeriu que Flávio negasse uso da Lei Rouanet e aproveitasse o caso para cobrar a criação da CPI do Banco Master; estratégia que, segundo ele, Flávio seguiu.
  • A controvérsia envolve a negociação de financiamento do filme Dark Horse, de Jair Bolsonaro, com o empresário Daniel Vorcaro, com repasse estimado em US$ 24 milhões.
  • Treze de maio de 2026 foi a data do posicionamento público de Flávio; a reportagem do Intercept Brasil aponta pagamentos feitos entre fevereiro e maio de 2025 e a cobrança do saldo em novembro de 2025, pouco antes da prisão de Vorcaro.
  • Flávio Bolsonaro afirma em nota que não houve dinheiro público nem uso da Lei Rouanet e que defende a instalação da CPI do Master para separar inocentes de eventuais culpados.

Allan dos Santos publicou um vídeo em que sugeriu a estratégia de defesa de Flávio Bolsonaro antes do parlamentar se manifestar publicamente. O conteúdo foi exibido no Instagram do blogueiro, hoje nos EUA.

A reportagem do Intercept Brasil revelou negociação entre Flávio e o fundador do Banco Master para financiar o filme Dark Horse sobre Jair Bolsonaro. O vídeo de Allan chamou para cobrar uma CPI do Master, o que parece ter seguido adiante.

Flávio Bolsonaro respondeu em nota que não houve vantagem em troca e que não houve uso de verba pública ou da Lei Rouanet. O documento também afirma que não houve encontros fora da agenda nem intermediação com o governo.

Entenda o Caso

Mensagens vazadas apontam negociação de cerca de US$ 24 milhões para a produção do filme. Desse total, US$ 10,6 milhões teriam sido transferidos entre fevereiro e maio de 2025, segundo o Intercept Brasil.

As operações teriam ocorrido via Entre Investimentos e Participações, com recursos direcionados ao Havengate Development Fund LP, no Texas. Paulo Calixto, advogado de Eduardo Bolsonaro, aparece entre os agentes do fundo.

Em novembro de 2025, Flávio enviou mensagem de apoio a Vorcaro, chamando-o de irmão. No dia seguinte, Vorcaro foi preso pela Polícia Federal na operação Compliance Zero.

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