- A deputada Chris Tonietto, do partido Liberal, alerta para uma ofensiva da esquerda em busca da regulamentação do aborto e defende vigilância máxima.
- Ela citou duas situações: a tentativa de sustar resolução do Conanda que permitiria aborto em vítimas de violência sexual sem consentimento dos pais até nove meses.
- O projeto para sustar a resolução foi aprovado na Câmara, com oposição de PT, PSOL e parte da esquerda, que segundo Tonietto não tem compromisso com a vida.
- A segunda questão envolve a ADPF mil cento e quarenta e um, apresentada pelo PSOL no Supremo Tribunal Federal, que questiona o decreto do Conselho Federal de Medicina que proibia a assistolia fetal.
- Por decisão do ministro Alexandre de Moraes, a norma foi suspensa e a prática continua permitida; Tonietto classifica o procedimento como tortura e afirma que a esquerda busca ampliar a agenda do aborto sob verniz de cuidado.
Uma deputada do PL, Chris Tonietto (RJ), pediu vigilância máxima contra a ofensiva da esquerda visando regulamentar o aborto. A fala ocorreu durante o programa Café com a Gazeta, com a íntegra disponível no vídeo divulgado.
Tonietto destacou riscos de novas ações em defesa da interrupção da gravidez, citando duas situações. A primeira envolve uma resolução do Conanda que ampliava o aborto em casos de violência sexual até nove meses sem consentimento dos pais. Ela apresentou um projeto para sustar os efeitos da resolução, que recebeu apoio na Câmara, mas enfrentou resistência de PT, PSOL e setores da chamada esquerda.
Contexto legal
A segunda situação envolve a ADPF 1141, apresentada pelo PSOL no STF. A ação questiona o decreto do CFM que proibiria a assistolia fetal, prática de interromper a vida de fetos de mais de 22 semanas. Por decisão de Alexandre de Moraes, a norma foi suspensa e a prática permanece permitida. O julgamento ainda não teve conclusão, com o placar 1 a 1 até o momento. Tonietto reforçou que o tema exige acompanhamento constante e atenção à defesa da vida.
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