- Ex-ministro José Dirceu afirma que Flávio Bolsonaro quebrou o decoro ao negar inicialmente que o filme Dark Horse foi financiado por Daniel Vorcaro.
- The Intercept publicou que Flávio Cobrou pagamentos do dono do Banco Master para custear a cinebiografia de Jair Bolsonaro, estrelada por Jim Caviezel.
- Dirceu ironiza a declaração recente de Flávio de que “o governo Lula acabou”, questionando quem realmente acabou.
- Flávio Bolsonaro é pré-candidato a deputado federal pelo PL; o foco é o suposto financiamento e o decoro parlamentar.
Especulação sobre o financiamento de filme volta a ganhar contorno político. O ex-ministro José Dirceu também é pré-candidato a deputado federal e afirmou que o senador Flávio Bolsonaro quebrou o decoro ao negar, inicialmente, que o filme Dark Horse tenha recebido financiamento do banqueiro Daniel Vorcaro.
Dirceu disse à CNN que Flávio Bolsonaro “não disse que Lula acabou” e questionou quem acabou, em referência a uma declaração recente do deputado ao comentar a situação política. O comentário ocorreu em meio a mensagens sobre poderes e coalizões brasileiras.
Na manhã de quarta-feira (13), Flávio Bolsonaro foi questionado sobre o tema antes da veiculação de reportagem do The Intercept. A matéria trouxe informações de que o senador teria cobrado pagamentos para custear a cinebiografia do pai dele, Jair Bolsonaro, com participação do ator Jim Caviezel.
A reportagem mostra que o financiamento seria ligado a Vorcaro, dono do Banco Master, o que implica em possível envolvimento de financiamento privado para a obra dedicada a Jair Bolsonaro. O episódio ocorre no contexto de investigações e debates sobre financiamento de produção cultural.
O episódio também envolve a tensão entre o apoio do governo Lula e vozes da oposição. As declarações de Dirceu destacam uma disputa sobre decoro parlamentar e a forma como as informações são divulgadas pela imprensa. A situação segue sob apuração de órgãos competentes.
Essa troca de acusações acontece em meio a disputas políticas envolvendo o cenário eleitoral e a atuação de figuras ligados ao PL e a aliados do atual governo. O tema permanece sob escrutínio público conforme novas informações surgem.
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