- Erick Denil, vereador, chamou a família Bolsonaro e Daniel Vorcaro de “quadrilheiros” e insinuou que estariam arrecadando dinheiro para campanhas.
- Disse que uma eventual candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência fortaleceria a esquerda, por repetir modelo visto em 2022, e que a direita não tem consenso sobre ele.
- Defendeu o sistema eleitoral e afirmou que as urnas são seguras, garantindo a expressão política tanto da direita quanto da esquerda.
- Comentou política internacional, criticando ações dos Estados Unidos na Venezuela e indicando que o interesse é ligado ao petróleo, ao mesmo tempo em que reconheceu repressão a manifestantes.
- Na economia, defendeu manter setores estratégicos sob controle estatal (energia, água e petróleo) e afirmou que o Brasil ainda não conhece um capitalismo desenvolvido, citando altas taxas de juros e a influência de bancos internacionais.
Erick Denil, vereador, fez duras críticas à família Bolsonaro durante entrevista ao programa Raio X, na quinta-feira (14). Ele comentou o vazamento de áudios envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, afirmando que o grupo estaria reunindo recursos para a campanha. Denil destacou sua visão sobre o cenário político atual.
O parlamentar também avaliou que a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência poderia favorecer a esquerda, ao sustentar que o ex-posto repetiria um modelo vencido em 2022. Segundo Denil, não há consenso dentro da direita sobre esse nome.
Denil defendeu a soberania do voto e o funcionamento das urnas eletrônicas, assegurando que o sistema é seguro para expressar a vontade de ambos os campos políticos. Ele ressaltou que a interferência externa não deve ocorrer e que o Brasil deve decidir por si próprio.
No debate sobre política internacional, o vereador criticou a atuação dos Estados Unidos na Venezuela. Ele apontou o interesse americano nas reservas venezuelanas, mas disse não concordar integralmente com o governo de Nicolás Maduro, reconhecendo, porém, episódios de repressão a manifestantes. A condução local deve ser definida pela população venezuelana.
Na área econômica, Denil defendeu a manutenção de setores estratégicos sob controle estatal, citando energia, água e petróleo como serviços que não devem ser privatizados. Ele afirmou que o Brasil ainda não conhece um capitalismo plenamente desenvolvido e criticou altas taxas de juros e a influência de bancos internacionais sobre investimentos em saúde e educação.
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