- Mário Frias, produtor executivo de Dark Horse, afirma que a cinebiografia de Jair Bolsonaro teve 100% capital privado e não recebeu dinheiro de Daniel Vorcaro.
- Frias reforçou a lisura do projeto, afirmando que o filme é produzido com elenco e equipe de alto nível e será lançado nos próximos meses.
- Áudios de Flávio Bolsonaro citados pelo The Intercept Brasil mostram cobranças a Vorcaro por pagamentos atrasados na produção; a TV Globo confirmou o conteúdo.
- Relatórios do Coaf apontam que a Entre Investimentos, intermediária dos repasses entre Vorcaro e a produção, recebeu R$ 159,2 milhões.
- STF tenta localizar Mário Frias para esclarecimentos sobre possíveis irregularidades em emendas ao Instituto Conhecer Brasil; a diligência partiu de Tabata Amaral.
Ontem, novas declarações sobre o financiamento da cinebiografia de Jair Bolsonaro chegaram aos holofotes. Mário Frias, deputado federal e produtor executivo do filme Dark Horse, afirmou que o projeto recebeu 100% de capital privado e negou ter recebido qualquer aporte do banqueiro Daniel Vorcaro.
Frias reforçou que a produção segue com recursos próprios, destacando que o filme tem elenco de renome e direção internacional, e que o investimento não implica irregularidades. Afirmou ainda que o lançamento está previsto para os próximos meses.
Controvérsia em áudio envolve Flávio Bolsonaro
Em áudio divulgado pelo The Intercept Brasil, o senador Flávio Bolsonaro cobra Vorcaro por pagamentos em atraso ligados ao filme Dark Horse. A TV Globo confirmou o conteúdo para veículos de imprensa que tiveram acesso às informações.
Apesar da declaração de Frias, dados de relatórios de inteligência financeira apontam movimentações entre Vorcaro e a produção. A empresa Entre Investimentos tería recebido repasses no valor de R$ 159,2 milhões, segundo o Coaf.
STF busca por Mário Frias e contexto político
O STF enfrenta dificuldades para localizar Frias para esclarecimentos sobre possíveis irregularidades em emendas destinadas ao Instituto Conhecer Brasil. A solicitação partiu da deputada Tabata Amaral, que pediu apuração de repasses envolvendo a ONG ligada ao filme.
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