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Esquema do Master teria braço local no RJ com milicianos, policiais e bicheiro

PF aponta braço local do esquema Master no Rio de Janeiro, com milicianos, policiais e bicheiro, liderado por Manoel Mendes Rodrigues

Núcleo carioca tinha ligação com comando central do esquema criminoso
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  • A PF identificou um braço local do esquema do Master no Rio de Janeiro, com milicianos, policiais e operadores do Jogo do Bicho.
  • A estrutura carioca era liderada por Manoel Mendes Rodrigues, integrante do núcleo central “A Turma”, funcionando como elo entre o comando central e o Rio.
  • A decisão do STF afirma que Manoel disponibilizava mão de obra intimidatória e presença física no estado.
  • O Ministério Público Federal relata ameaça a um ex-funcionário de Daniel Vorcaro, com um dos interlocutores se identificando como Manoel.
  • A investigação aponta policiais federais, ativos e aposentados, atuando sob coordenação de Felipe Mourão, com quatro agentes identificados na operação.

A Polícia Federal (PF) aponta a existência de um braço local do esquema associado ao Banco Master, sediado no Rio de Janeiro. A investigação indica a atuação de milicianos, policiais e operadores do Jogo do Bicho no estado, conectando o núcleo central da organização aos campos operacionais locais.

Segundo decisão do ministro André Mendonça, do STF, o núcleo carioca era liderado por Manoel Mendes Rodrigues, identificado como elo entre o comando central e a força local. A PF descreve Rodrigues como responsável por disponibilizar mão de obra intimidatória e presença física no Rio de Janeiro, atuando como instrumento de coerção.

O Ministério Público Federal aponta ainda que um ex-funcionário de Daniel Vorcaro relatou ter sido ameaçado por um grupo de cerca de sete homens, com um interlocutor que se apresentou como Manoel, ligado ao jogo do bicho.

Participação de policiais

A investigação revela que a organização manteve uma estrutura com policiais federais ativos e aposentados, que atuavam sob coordenação de Felipe Mourão. As atividades incluem obtenção de dados sigilosos e monitoramento telemático de autoridades e desafetos.

Nesta etapa, a PF identificou quatro agentes ligados à organização: Valéria Vieira Pereira da Silva, delegada da Polícia Federal; Anderson Wander da Silva Lima, agente ativo; Francisco José Pereira da Silva e Marilson Roseno da Silva, policiais aposentados.

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