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Flávio diz que Bolsonaro o aconselhou a falar a verdade e Eduardo vive de doações do pai

Flávio Bolsonaro afirma que Jair Bolsonaro o aconselhou a falar a verdade sobre Vorcaro e que Eduardo vive de doação do pai

O senador Flávio Bolsonaro (PL) após falar com a imprensa no aeroporto em Brasília
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  • Flávio Bolsonaro disse ter conversado com Jair Bolsonaro sobre a relação com Daniel Vorcaro e que o ex-presidente pediu para ele ficar tranquilo e falar a verdade.
  • Alega que o dono do Banco Master e Jair Bolsonaro nunca se encontraram; houve apenas uma tentativa de levar o ex-presidente à mansão para assistir a um documentário.
  • Flávio esteve com Bolsonaro na tarde de quarta-feira, logo após vir à tona a cobrança de Vorcaro para aportes do filme “Dark Horse”; a última mensagem de Flávio a Vorcaro foi em dezesseis de novembro, um dia antes da prisão do empresário.
  • O custo total do filme foi de US$ quinze? US$ 16 milhões, aproximadamente R$ 80 milhões; não soube detalhar o caminho do dinheiro entre Vorcaro e a produtora, que passaria por um fundo nos Estados Unidos gerenciado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro.
  • Flávio negou que parte do dinheiro tenha financiado despesas de Eduardo e disse que ele vive de doação do pai e de reservas próprias; criticou Romeu Zema por considerar o caso “imperdoável” e mencionou que agradeceu a Ronaldo Caiado pela postura diante do episódio.

O senador Flávio Bolsonaro afirmou ter conversado com o pai, Jair Bolsonaro, sobre a repercussão de uma reportagem que envolve Daniel Vorcaro. Segundo Flávio, o ex-presidente orientou que ele ficasse tranquilo e falasse a verdade após as revelações veiculadas pelo The Intercept Brasil.

Flávio afirmou que, segundo o relato dele, o dono do Banco Master e Jair Bolsonaro nunca se encontraram, apesar de ter existido uma tentativa de levar o ex-presidente à mansão de Vorcaro para assistir a um documentário. O pré-candidato também criticou o ex-governador Romeu Zema, dizendo que o caso não é imperdoável.

Contexto da conversa

O senador disse ter estado com Bolsonaro na tarde de quarta-feira, logo após vir à tona diálogos e áudios nos quais ele cobrava aportes de Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, em homenagem ao ex-presidente. A última mensagem de Flávio ao investidor foi em 16 de novembro, um dia antes da prisão de Vorcaro.

Sobre o filme e o financiamento

Flávio afirmou que o custo total de Dark Horse foi de US$ 16 milhões, equivalente a cerca de 80 milhões de reais conforme a cotação atual. Ele não detalhou o trajeto do dinheiro entre Vorcaro, empresas envolvidas e a produtora, citando um fundo nos EUA gerenciado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro.

Posicionamentos sobre as investigações

O senador negou que parte do dinheiro tenha sido utilizada para custear despesas de Eduardo Bolsonaro nos EUA. Também disse que Eduardo depende de doações do pai e de reservas próprias para financiar atividades profissionais.

Repercussões e opiniões

Flávio criticou Zema por ter considerado o caso imperdoável e afirmou que o rival foi precipitado. O pré-candidato Ronaldo Caiado foi citado como quem minimizou o episódio. Flávio relatou que a relação com Vorcaro era estritamente profissional e que encerrou o vínculo quando surgiram problemas, buscando novos investidores para o projeto.

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