- O deputado Alfredo Gaspar entregou ao STF uma defesa à queixa-crime de Lindbergh Farias por calúnia, difamação e injúria.
- O processo tem origem em uma discussão durante a última sessão da CPMI do INSS, na qual Gaspar atuava entre os dois parlamentares.
- Lindbergh Farias foi chamado de “criminoso”, “usuário de drogas”, “canalha” e “líder da bandidagem” durante o embate.
- Gaspar afirma que as supostas palavras ofensivas foram reação às ofensas anteriores proferidas por Lindbergh, como a acusação de que Gaspar seria “estuprador”.
- O deputado sustenta que as declarações devem ser protegidas pela imunidade parlamentar.
O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) apresentou ao STF a resposta à queixa-crime movida por Lindbergh Farias (PT-RJ) por calúnia, difamação e injúria. A ação surgiu durante a última sessão da CPMI do INSS, em que Gaspar atuava como mediador entre as partes.
A defesa de Gaspar afirma que as supostas palavras ofensivas foram reação às ofensas anteriores proferidas por Lindbergh, que, segundo o relator, o teria chamado de estuprador. O deputado afirma que reagiu aos ataques recebidos.
Gaspar sustenta que as declarações devem ser protegidas pela imunidade parlamentar, segundo a manifestação encaminhada ao STF. A peça também cita o contexto da discussão na CPMI do INSS como justificativa para a resposta ao processo.
A queixa-crime envolve acusações de calúnia, difamação e injúria apresentadas por Lindbergh Farias contra Gaspar. Ainda não há decisão sobre o mérito no STF, que deverá avaliar os argumentos de defesa e, se houver, as peças processuais complementares.
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