- A senadora Mara Gabrilli criticou o plano “Brasil Contra o Crime Organizado”, anunciado pelo presidente Lula com previsão de 11 bilhões para segurança pública.
- Ela disse que o governo repete a prática de anunciar programas bilionários sem assegurar sua implementação efetiva.
- A parlamentar citou o Novo Viver sem Limites, programa de inclusão para pessoas com deficiência lançado em 2023 com 6,5 bilhões e 95 ações, hoje com gestão marcada por problemas e baixa adesão.
- Apenas nove estados aderiram oficialmente ao Novo Viver sem Limites, segundo Mara Gabrilli, evidenciando distância entre o anúncio e a entrega.
- Ela concluiu que enfrentar o crime organizado exige medidas concretas, integração entre entes federativos, gestão eficiente e execução real, e não apenas marketing político.
A senadora Mara Gabrilli (PSD-SP criticou o lançamento do plano “Brasil Contra o Crime Organizado”, anunciado pelo presidente Lula com previsão de 11 bilhões de reais para ações de segurança pública. Ela vê o pacote como mais uma promessa sem garantias de implementação prática.
Gabrilli afirmou que o problema do Brasil não é a falta de planos, e sim a prioridade, a gestão e o cumprimento das metas. Ela apontou que recursos anunciados costumam não sair do papel, gerando desconfiança sobre a efetividade das medidas.
A parlamentar citou o programa Novo Viver sem Limites, lançado em 2023 com 6,5 bilhões de reais, destacando atraso na execução. Segundo ela, apenas nove estados aderiram oficialmente e os investimentos ficaram abaixo das metas, evidenciando distância entre anúncio e entrega.
Ela ressaltou que o enfrentamento ao crime organizado requer medidas concretas, integração entre entes federativos e capacidade de gestão. Para a senadora, segurança pública não se resolve com anúncio, exigindo inteligência, coordenação e execução real.
Contexto
O plano recente prevê ações estruturantes para a segurança pública, com foco em combate ao crime organizado. A crítica de Gabrilli enfatiza a necessidade de resultados verificáveis e coordenação entre governos federal, estadual e municipal.
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