- O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, criticou o que chamou de exagero de Paulo Skaf, presidente da Fiesp, e de documentos empresariais sobre o fim da escala 6×1 e seus supostos impactos.
- A fala ocorreu durante audiência pública da Câmara, em São Paulo, integrada ao programa Câmara pelo Brasil, que discute o fim da escala 6×1 e a redução da jornada.
- Também participaram a ex-ministra Marina Silva e o deputado Paulinho da Força; a comissão é presidida por Alencar Santana (PT-SP) e tem como relator Leo Prates (Republicanos-BA).
- Marinho afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acompanha a tramitação e destacou ações trabalhistas do PT, citando históricos como CLT, salário mínimo, licença-paternidade, décimo terceiro e férias.
- A expectativa é que a PEC sobre o tema seja votada na comissão especial em 26 de maio e, na sequência, vá ao plenário; o texto em análise é a 221/2019, de Reginaldo Lopes (PT-MG), com apensada a proposta de Erika Hilton (PSOL-SP).
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, criticou o que chamou de exagero de empresários e da Fiesp sobre os impactos do fim da escala 6×1. Em discurso a lideranças sindicais, ele afirmou que documentos de empresas superestimam desemprego e informalidade provocados pela redução da jornada.
Marinho participou de audiência pública na Câmara dos Deputados, em São Paulo, integrada ao programa Câmara pelo Brasil. A sessão contou com a presença de Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente e pré-candidata ao Senado, e de Paulinho da Força, presidente do Solidariedade.
A comissão especial que analisa o tema é presidida pelo deputado Alencar Santana (PT-SP) e tem como relator Leo Prates (Republicanos-BA). A pauta envolve a PEC 221/2019, que trata da possível adoção de jornada de 40 horas semanais ou ajustes relevantes a partir da saída da escala 6×1.
Segundo o governo, o fim da escala 6×1 é tema sensível para a agenda econômica, com debates impulsionados pelo contexto eleitoral. Lula acompanha a tramitação, conforme afirmou Marinho durante a audiência, destacando histórico de conquistas trabalhistas promovidas pelo PT.
Ainda no debate, Marinho mencionou ações passadas da gestão petista, ressaltando avanços como a CLT, salário mínimo, licença-paternidade, décimo terceiro e férias. Ele ressaltou que as mudanças futuras devem ser analisadas com base em dados e evidências.
Na Câmara, a expectativa é de votação na comissão especial em 26 de maio, seguido de apreciação no plenário. A PEC apropria-se do texto do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), ao qual houve apensamento da proposta apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP).
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