- Mário Frias afirmou que há diferença de interpretação sobre a origem formal do investimento, dizendo que o vínculo contratual do projeto foi com a Entre Investimentos e não diretamente com Daniel Vorcaro ou o Banco Master.
- A reportagem revelou que Flávio Bolsonaro teria negociado patrocínio de R$ 134 milhões para o filme Dark Horse, com cerca de R$ 61 milhões pagos entre fevereiro e maio de 2025, em seis operações.
- Frias reiterou que todo o dinheiro captado foi usado exclusivamente na produção do filme, com capital privado e sem recursos públicos, e que Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro não têm sociedade no filme ou na produtora.
- Relatórios do Coaf indicam que a Entre Investimentos, intermediária dos repasses, teria recebido R$ 159,2 milhões de fundos investigados pela Polícia Federal no caso Master, segundo apuração do g1.
- Frias reforçou que o relacionamento jurídico foi firmado com a Entre e que Vorcaro não é signatário de relação jurídica, mantendo que não houve participação direta do Banco Master como investidor.
O deputado Mário Frias (PL-SP) atualizou sua posição sobre o financiamento do filme Dark Horse, dedicado à vida de Jair Bolsonaro. Em nova manifestação publicada nesta quinta-feira (14), Frias afirma que há diferença de interpretação sobre a origem formal do investimento, não uma contradição material sobre o dinheiro recebido.
Segundo Frias, o contrato do projeto foi firmado com a Entre Investimentos, não diretamente com Daniel Vorcaro ou com o Banco Master, o que eleva o debate a outra dimensão jurídica sobre quem participou financeiramente. A produção tem capital privado e não recebeu recursos públicos, conforme o parlamentar.
O jornalismo investigativo revela novos desdobramentos. O The Intercept Brasil informou que Flávio Bolsonaro teria negociado um patrocínio de cerca de 134 milhões de reais com Vorcaro para financiar Dark Horse, com aproximadamente 61 milhões pagos entre fevereiro e maio de 2025. A federativa leitura aponta para uma estrutura de aquisição de recursos via intermediárias.
Frias reforçou que Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro não têm participação societária no filme ou na produtora, tendo apenas autorizado o uso de direitos de imagem da família. O deputado também destacou que o dinheiro captado foi aplicado integralmente na produção e que o financiamento ocorreu unicamente por meio de capital privado.
Mudança de tema: origem do investimento e intermediação
Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) indicam que a Entre Investimentos, que teria intermediado os repasses, recebeu valores vinculados a fundos investigados pela Polícia Federal no caso Master, conforme apuração do G1. Frias manteve que não houve envolvimento de Vorcaro como signatário de relacionamento jurídico.
A nota divulgada pelo deputado esclarece ainda que não há relação societária entre a família Bolsonaro e o filme ou seus produtores, além da aprovação para uso de direitos de imagem. O comunicado afirma que todo o dinheiro captado foi utilizado exclusivamente na produção, sem uso de recursos públicos.
Entre na conversa da comunidade