- A Polícia Federal deflagrou nova fase da Operação Compliance Zero, mirando grupos suspeitos de intimidação e espionagem para proteger interesses ligados ao Banco Master.
- Os alvos incluem Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, e pessoas associadas a Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário; os grupos seriam “A Turma” e “Os Meninos”.
- As atividades investigadas envolveriam coerção, monitoramento clandestino, invasões de dispositivos eletrônicos e obtenção irregular de informações sigilosas.
- Os crimes apurados incluem ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, invasão de dispositivos e violação de sigilo funcional; há a hipótese de ações com caráter estratégico para blindar o grupo financeiro.
- A operação amplia o objetivo da Compliance Zero, que antes tratava de fraudes financeiras, now incluindo uma possível estrutura paralela de pressão para neutralizar riscos à atuação do grupo. Henrique Vorcaro já havia aparecido em fases anteriores na investigação, relacionado a empresas compartilhadas com Daniel Vorcaro e a movimentações suspeitas segundo o Coaf.
A Polícia Federal deflagrou a nova etapa da Operação Compliance Zero, hoje, para investigar grupos suspeitos de intimidação e espionagem ligados ao esquema investigado no Banco Master. A ação mira atividades para proteger interesses do grupo financeiro e de seus operadores.
Um dos alvos confirmados é Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, fundador do banco. Também são investigadas pessoas associadas a Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário, apontado como operador de ações violentas vinculadas ao núcleo do banqueiro. As informações são do g1.
A PF identificou dois núcleos com atuação tanto de coerção quanto de monitoramento clandestino. Os grupos teriam cumprido tarefas de invasão de dispositivos e obtenção irregular de informações sigilosas. O objetivo seria blindar o esquema e atrasar as apurações.
Entre os crimes apurados estão ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, invasão de dispositivos informáticos e violação de sigilo funcional. A investigação indicia que as ações teriam cunho estratégico para proteger interesses financeiros do grupo.
Fontes do portal indicam que as ações de intimidação teriam sido parte de um esforço para neutralizar riscos para integrantes do conglomerado. A nova fase amplia o foco da Compliance Zero, que já investigava fraudes financeiras, emissão irregular de títulos e ocultação patrimonial.
Henrique Vorcaro já havia aparecido em fases anteriores da investigação como participante de empresas ligadas a Daniel Vorcaro, além de ser apontado como beneficiário de movimentações financeiras consideradas suspeitas pelo Coaf.
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