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Novo diz que doação de 1 milhão do pai de Vorcaro foi legal

Partido Novo defende a doação de R$ 1 milhão do pai de Vorcaro ao diretório mineiro em 2022 e solicita CPI do Master

presidente estudual do partido novo, Christopher Laguna - (crédito: Divulgação)
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  • O Partido Novo em Minas Gerais defendeu a doação de R$ 1 milhão feita por Henrique Vorcaro ao diretório estadual em 2022, ano da reeleição de Romeu Zema.
  • A legenda afirma que a doação está registrada nas prestações de contas e que, à época, as ilegalidades do Banco Master ainda eram desconhecidas.
  • A defesa veio acompanhada de cobrança pela instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e pela continuidade das investigações envolvendo o Banco Master, pela gravidade dos fatos.
  • A doação ganhou repercussão após ser divulgada por Eduardo Bolsonaro em rede social, durante embate entre a família Bolsonaro e Zema; o ex-governador afirmou que nenhum dinheiro foi para sua campanha.
  • O Partido Novo e Zema reiteraram que o dinheiro era para o partido (não para a campanha de Zema) e que a atuação política não depende de doações individuais, destacando independência e legalidade.

O Partido Novo em Minas Gerais defendeu a doação de R$ 1 milhão feita pelo empresário Henrique Vorcaro ao diretório do partido no estado. Os recursos foram repassados em 2022, ano em que Romeu Zema foi reeleito governador pelo Novo.

A legenda afirma que a doação foi registrada nas prestações de contas e que, à época, não havia conhecimento sobre irregularidades envolvendo o Banco Master. Desde que surgiram as informações, o Novo e sua bancada têm acompanhado as investigações e pedido apurações sobre os problemas envolvendo a instituição financeira.

O texto assinado pelo presidente do Novo em Minas, Christopher Laguna, também sustenta a defesa de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e a continuidade das apurações, devido à gravidade dos fatos. A nota ressalta independência, legalidade e transparência na origem das doações.

A repercussão ocorreu após Eduardo Bolsonaro publicar no X uma menção à doação, em meio a um atrito entre aliados da família Bolsonaro e Zema. O ex-governador afirmou que nenhum recurso foi utilizado em sua campanha e que a doação para o partido ocorreu em 2022, sem ligação com investigações sobre Vorcaro naquele momento.

Zema publicou nota ressaltando que não houve ingresso de recursos em sua campanha e que a verba foi destinada ao partido, não a ele. A assessoria do governador informou que a PF só iniciou investigações sobre o Banco Master em 2024, e que não houve qualquer irregularidade apontada na campanha de Zema.

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