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Olympe de Gouges, revolucionária citada por ministros no STF

Ministros do STF citam Olympe de Gouges ao discutir igualdade salarial, destacando seu legado e o desfecho trágico de defender direitos das mulheres

Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã, de Olympe de Gouges.
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  • Durante o julgamento no Supremo Tribunal Federal sobre a igualdade salarial entre homens e mulheres, os ministros Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia citarem a trajetória de Olympe de Gouges.
  • Moraes afirmou que a busca pela igualdade de gênero atravessa mais de dois séculos e mencionou a Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã, de Gouges, apresentada em 1791.
  • Cármen Lúcia destacou que Gouges não é lembrada apenas pela declaração, mas também pelo desfecho trágico de suas posições políticas e da defesa da igualdade.
  • A reportagem destaca a Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã, incluindo os artigos que defendem igualdade de direitos entre mulheres e homens.

Durante julgamento no STF sobre a constitucionalidade de normas de igualdade salarial entre homens e mulheres, ministros citaram a trajetória histórica da luta feminina. O relator, Alexandre de Moraes, lembrou que a busca por igualdade atravessa mais de duas séculos e destacou marcos importantes na defesa dos direitos das mulheres.

A ministra Cármen Lúcia reforçou que a história de Olympe de Gouges não se resume ao texto que propôs, mas também ao desfecho trágico que enfrentou por defender a igualdade entre os sexos. Ela ressaltou a necessidade de contar a história completa para evitar leituras incompletas.

Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã

A reportagem destaca a Declaração apresentada por Olympe de Gouges à Assembleia Nacional Constituinte francesa, em 1791. A publicação defende direitos iguais para mulheres e homens e estabelece princípios de liberdade, propriedade, segurança e resistência à opressão.

Artigos centrais da declaração são apresentados como referência histórica para a defesa dos direitos das mulheres. Entre eles, o reconhecimento de que a mulher nasce livre e tem direitos iguais aos do homem, e a reivindicação de participação na vida política, econômica e social sem discriminação.

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