- A Polícia Federal mira um grupo de três hackers que prestava serviços ilícitos a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, na sequência da Operação Compliance Zero.
- A investigação aponta que o líder do grupo é David Henrique Alves, que coordenava ataques cibernéticos, monitoramento e derrubada de perfis.
- O grupo também contava com Rodrigo Pimenta e Victor Lima, que atuavam a mando de David, segundo a PF.
- Mourão, conhecido como sicário de Daniel Vorcaro, pagava cerca de R$ 35 mil mensais pela atuação, por meio de uma empresa de David.
- Victor Lima afirmou à PF que trabalhava para David em defesa da reputação online de Daniel Vorcaro, com contratos simulando uso de software para mapear a reputação do banqueiro.
A Polícia Federal mira um grupo de hackers que prestava serviços virtuais ilícitos a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a pedido de um investigado conhecido como Sicário. A sexta fase da Operação Compliance Zero envolve busca e apreensão contra quatro suspeitos, autorizadas pelo STF.
Segundo os agentes, o grupo era liderado por David Henrique Alves, que coordenava ataques, monitoramento telemático e derrubada de perfis. Sob o comando dele atuavam Rodrigo Pimenta e Victor Lima, todos ligados a atividades de defesa da reputação de Vorcaro.
A investigação liga Mourão, preso na fase anterior, ao esquema. Em março, a Polícia Rodoviária Federal flagrou David Alves com notebooks no veículo de Mourão, em busca de eliminar provas.
De acordo com a PF, Mourão encomendava os serviços por meio de uma empresa de informática de David, recebendo cerca de 35 mil reais mensais. As defesas dos investigados ainda não se manifestaram.
Victor Lima informou à PF que trabalhava para David, recebendo 2 mil reais mensais mais bônus e participando de ações para preservar a reputação online de Daniel Vorcaro. Ele mencionou a empresa BIPE, usada para softwares de análise de reputação.
Entre na conversa da comunidade