Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Setor cripto deve entrar no debate político e eleitoral dizem ABToken e ABcripto

ABToken e ABcripto defendem maior atuação política do setor cripto e educação de parlamentares para evitar distorções regulatórias

Senado, Congresso, Câmara dos Deputados, Brasília, Parlamento
0:00
Carregando...
0:00
  • Executivas da ABToken e ABcripto defendem que o setor de cripto precisa participar do debate político e eleitoral, para orientar decisões legislativas.
  • Regina Pedroso, diretora executiva da ABToken, afirma que há monitoramento político em Brasília e educação de parlamentares sobre os efeitos positivos da tokenização, criptoativos e da infraestrutura blockchain.
  • Ela destaca o risco de projetos de lei mal desenhados impactarem a inovação e ressalta a importância de regulamentação que garanta segurança, transparência e inovação.
  • O projeto de lei de segregação patrimonial, considerado relevante para a proteção dos usuários, está parado há cerca de dois anos no Congresso; Regina vê potencial de avanço com a aprovação.
  • Julia Rosin, diretora-presidente da ABcripto, diz que o setor deve entrar na pauta das eleições como tema econômico e regulatório, com um manifesto de compromissos regulatórios para guiar próximos quatro anos, buscando supervisão que não impeça a inovação.

O setor de criptomoedas no Brasil precisa acompanhar mais de perto decisões políticas e legislativas. Regina Pedroso, diretora executiva da ABToken, destacou que o tema deixou de ser apenas técnico e regulatório e exige atuação no Congresso, especialmente em ano eleitoral.

Durante o painel de lançamento da Blockchain Rio 2026, Regina ressaltou que a ABToken monitora o cenário político e atua em Brasília para educar parlamentares sobre os efeitos positivos da tokenização, criptoativos e infraestrutura blockchain. O objetivo é evitar leis mal desenhadas que freiem a inovação.

Ela explicou que a educação é uma demanda atual do setor, para aproximar reguladores da realidade do mercado e evitar distorções regulatórias. O foco é segurança, transparência e estímulo à inovação.

Um exemplo citado foi o projeto de lei de segregação patrimonial, criado após a CPI das Pirâmides Financeiras, mas que permanece parado há cerca de dois anos no Congresso. O texto, se aprovado, poderia ampliar a proteção aos usuários.

Cripto e eleições

Julia Rosin, diretora-presidente da ABcripto, afirmou que o setor deve entrar na pauta das eleições como tema relevante para o debate econômico e regulatório, sem apoio a candidatos. A ABcripto prepara um manifesto com compromissos regulatórios.

A ideia é aproximar candidatos, parlamentares e gestores públicos das propostas para o setor, defendendo uma regulação capaz de supervisionar sem inibir a inovação. Julia reforçou que o ecossistema brasileiro envolve milhões de usuários, geração de empregos e tributos.

Segundo ela, o Congresso Nacional tem papel central na definição das regras para o futuro do setor, além do Banco Central e da CVM. A ABcripto busca inserir a economia tokenizada no debate público para os próximos quatro anos.

As falas indicam mudança de postura do setor, que passou a tratar a agenda política como parte essencial do desenvolvimento do mercado cripto no Brasil. Além de buscar regulação, as entidades pretendem ampliar atuação institucional em Brasília para evitar retrocessos e destravar projetos relevantes.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais