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Streeting deve lançar candidatura à liderança, aliados dizem; PM alerta caos

Streeting pode lançar candidatura à liderança do Labour; aliados esperam hoje, PM alerta que disputa provocaria caos, e Rayner foi inocentada pela HMRC

Keri Starmer in the House of Commons
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  • Streeting deve lançar candidatura à liderança do Labour, segundo aliados, com apoio já sendo aguardado.
  • Keir Starmer enfrenta protestos internos após a saída de quatro ministros e pedidos de renúncia de dezenas de deputados.
  • Para acionar o processo de liderança, Streeting precisa do apoio de 81 deputados do Labour.
  • Streeting e o primeiro‑ministro reuniram‑se no nº 10, por menos de 20 minutos; porta‑voz de Starmer disse ter plena confiança no secretário de saúde.
  • Angela Rayner foi absolvida pela HMRC por questões fiscais, abrindo caminho para possível candidatura à liderança.

O deputado e ex-secretário de saúde Jonathan Streeting deve anunciar hoje uma candidatura à liderança do Partido Trabalhista, segundo aliados. A aproximação ocorre em meio a pressão interna sobre a atual liderança.

O líder do partido, Keir Starmer, enfrenta pressões após a saída de quatro ministros e pedidos de renúncia de dezenas de deputados. A derrota eleitoral recente intensificou a queda de apoio dentro da bancada.

Para acionar um processo de liderança, Streeting precisará do respaldo de 81 deputados, conforme as regras do Labour. A espera é de que o anúncio seja feito ainda neste dia, fortalecendo a contagem de apoio.

O encontro entre Streeting e Starmer em Downing Street durou menos de 20 minutos, segundo o que circulou. A assessoria de Starmer afirmou ter plena confiança no secretário de saúde, sem comentar o tema da reunião.

Avanço de Angela Rayner

A deputada Angela Rayner afirma ter sido inocentada pelo HMRC em relação a questões fiscais. O caso envolve pagamento de imposto sobre transação imobiliária em uma propriedade ligada à sua família.

Rayner, ex-vice-primeira-ministra, pediu (e diz ter recebido) esclarecimentos sobre a avaliação de impostos. Em comunicado, ela afirma ter agido de boa-fé e conforme orientação dos especialistas.

Ela explicou que, ao comprar a casa com financiamento, não possuía outro imóvel e não tinha interesse financeiro na confiança criada para administrar o prêmio financeiro de seu filho. O HMRC afirmou não haver infração deliberada.

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