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Acusado de feminicídio de Tamires Lima vai a júri popular em PE

Júri popular julga Cleber José dos Santos pelo feminicídio de Tamires Lima, servidora da UFPE, nesta sexta, no Fórum Humberto da Costa Soares

Tamires Lima foi morta em novembro de 2024.
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  • O júri popular de Cleber José dos Santos, acusado de assassinar a servidora da UFPE Tamires de Almeida Costa Lima, está marcado para sexta-feira, 15 de maio, no Fórum Humberto da Costa Soares, em Cabo de Santo Agostinho.
  • A sessão começa às 9h e terá a presença de familiares da vítima, amigos e representantes do Instituto Banco Vermelho (IBV), que acompanha o caso desde o crime ocorrido em novembro de 2024.
  • Segundo a polícia, Cleber, que mantinha relacionamento com a vítima, teria atraído Tamires para uma casa de praia da família em Enseada dos Corais, onde ela foi morta com golpes de arma branca.
  • Após o crime, o suspeito teria incendiado a residência para destruir provas e simular um acidente, chegando a pedir socorro alegando também ter sido vítima. A prisão preventiva foi decretada na época.
  • O IBV reforça a importância de debater a violência contra a mulher; a família de Tamires transformou o caso em símbolo da luta contra o feminicídio no estado, e a irmã da vítima espera uma condenação no júri.

O júri popular de Cleber José dos Santos, acusado de assassinar a servidora Tamires de Almeida Costa Lima, está marcado para sexta-feira, 15 de maio, no Fórum Humberto da Costa Soares, em Cabo de Santo Agostinho. A sessão começa às 9h e reúne familiares da vítima, amigos e representantes do Instituto Banco Vermelho (IBV). Tamires tinha 34 anos.

O caso mobiliza a sociedade pernambucana desde o crime ocorrido em novembro de 2024. Cleber, que mantinha relacionamento com a vítima, teria atraído Tamires para uma casa de praia da família, no Enseada dos Corais, e a golpeou com arma branca. Em seguida, houve um incêndio na residência para tentar ocultar provas.

O que se sabe até o momento

A polícia aponta indícios de violência extrema e descreve a prisão preventiva decretada pela Justiça, ainda na fase inicial da apuração. O IBV acompanha o processo desde o início e participa das ações de apoio à família.

Familiares de Tamires cobram justiça e defendem que o veredito do júri mantenha o foco no enfrentamento ao feminicídio. A irmã da vítima ressaltou a importância de responsabilizar quem cometeu o crime, sem que isso traga de volta a vida ceifada.

O Instituto Banco Vermelho destaca a necessidade de manter o tema em debate público e reforça o papel das entidades em vigilância e proteção às mulheres. Em memória à vítima, foi instalado um banco vermelho no local de trabalho de Tamires.

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