- Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, pediu a André Mendonça apuração sobre o vazamento de áudio envolvendo Daniel Vorcaro sem seletividade.
- A divulgação das conversas entre Flávio e Vorcaro foi classificada como criminosa por Marinho, que afirmou que houve divulgação seletiva.
- A ligação entre Vorcaro e Flávio, segundo ele, está associada a um investimento relacionado ao filme Dark Horse sobre Jair Bolsonaro.
- O ministro Mendonça se reuniu com investigadores da Polícia Federal que atuam na Operação Compliance Zero, que apura fraudes no Banco Master.
- O encontro, segundo interlocutores do Supremo, tratou do andamento das investigações e também do vazamento das mensagens entre Flávio e Vorcaro.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, afirmou ter solicitado ao ministro André Mendonça, do STF, uma apuração sem seletividade sobre o vazamento de áudio entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, ex-banqueiro e dono do Banco Master.
Marinho disse, em entrevista à CNN, que as conversas foram divulgadas de forma seletiva e classificou o vazamento como criminoso. Afirmou ainda que a ligação entre Vorcaro e Flávio dizia respeito a investimentos para um filme sobre Jair Bolsonaro.
Nesta sexta, Mendonça reuniu-se com investigadores da Polícia Federal que atuam na Operação Compliance Zero, que apura supostas fraudes no Banco Master. A reunião buscou esclarecer o andamento das apurações.
Conforme o Intercept Brasil, as mensagens mostram Flávio cobrando pagamentos de Vorcaro relacionados à produção do filme, com estimativa de repasse de 61 milhões de reais. A abordagem ocorreu durante as investigações.
Fontes do Supremo indicaram que o encontro tratou do andamento das investigações, incluindo o tema do vazamento das mensagens entre o parlamentar e Vorcaro. Não houve detalhes sobre punições ou medidas adicionais.
O caso envolve o uso de recursos destinados à produção do filme “Dark Horse” e a conexão entre Vorcaro e o grupo envolvido nas apurações da PF. As informações oficiais seguem sob apuração das autoridades competentes.
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