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Ex-governador do RJ, Cláudio Castro, é alvo de operação da PF

Operação da Polícia Federal apura uso de cargo pelo ex-governador do RJ em benefício da Ref it, dívida de 52 bilhões em impostos, com busca de documentos e bloqueio de ativos

Ex-governador do RJ, Cláudio Castro, é alvo de operação da PF
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  • A Polícia Federal deflagrou operação envolvendo o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, na manhã desta terça-feira.
  • Segundo as investigações, Castro teria usado o cargo para atender a interesses da Refit, refinaria com dívida de R$ 52 bilhões em impostos.
  • Os agentes foram ao apartamento do ex-governador, na Barra da Tijuca, e apreenderam documentos, um celular e um tablet após três horas de diligência.
  • A ação foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e envolve direcionamento da máquina pública em favor do empresário Ricardo Magro, dono da refinaria.
  • Além do Rio de Janeiro, houve buscas em São Paulo e no Distrito Federal, com o bloqueio de R$ 52 bilhões em ativos, suspensão de atividades das empresas investigadas e afastamento de servidores públicos. Também foram alvo de buscas o ex-Procurador Geral do Estado Renan Saad, o ex-Secretário de Fazenda Juliano Pasqual e o desembargador Guaraci Vianna. Em uma casa na Tijuca, foram apreendidos R$ 500 mil em espécie.

O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, é alvo de uma operação da Polícia Federal deflagrada nesta terça-feira. A ação investiga suposto uso do cargo para favorecer a Refit, refinaria com dívida tributária estimada em 52 bilhões de reais.

Segundo as apurações, Castro tereria orientado ações da máquina pública para atender aos interesses da empresa, ligada ao empresário Ricardo Magro. A decisão envolve a antiga refinaria de Manguinhos, segundo relatório do STF.

A PF chegou cedo ao apartamento de Castro, localizado em um condomínio de alto padrão na Barra da Tijuca. Após cerca de três horas de diligências, foram apreendidos documentos, um celular e um tablet.

Mandado, alvos e medidas

O mandado foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Além de Castro, também foram cumpridos mandados em São Paulo e no Distrito Federal.

Foi determinado o bloqueio de 52 bilhões de ativos da Refit, suspensão de atividades das empresas investigadas e o afastamento de ocupantes de cargos públicos. A ação também envolveu outras pessoas.

Entre os investigados estão o ex-Procurador Geral do Estado Renan Saad, o ex-Secretário de Fazenda Juliano Pasqual e o Desembargador afastado Guaraci Vianna. A defesa de Guaraci não foi localizada e as de Saad e Pasqual não retornaram contatos.

Na casa de um policial civil, na Tijuca, zona norte do Rio, foram apreendidos 500 mil reais em espécie.

A Refit informou que as questões tributárias da companhia são discutidas na esfera judicial e administrativa. A empresa não comentou detalhes da investigação.

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