- Flávio Bolsonaro disse à CNN Brasil que pode vazar um “videozinho” envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, mas que a relação foi apenas para tratar do filme Dark Horse.
- Ele afirmou estar 100% disposto a tornar públicos os contratos de investimento do filme, que seriam com um fundo privado sediado nos Estados Unidos, sujeitos a regras de compliance.
- O senador pediu desculpas por ter negado relação com Vorcaro, mudança de versão após a divulgação de mensagens pelo Intercept Brasil.
- Romeu Zema criticou o relacionamento; Flávio afirmou que Zema se precipitou e que uma possível chapa fica inviável.
- Sobre emendas, o ministro Flávio Dino abriu investigação sigilosa; Flávio Bolsonaro negou uso de emendas para financiar o filme e afirmou confiar em Eduardo Bolsonaro e em Mário Frias.
Flávio Bolsonaro comentou à CNN Brasil que pode haver vazamento de um videozinho relacionado ao banqueiro Daniel Vorcaro, mas afirmou que a relação entre eles ocorreu apenas para tratar do filme Dark Horse. O pré-candidato pelo PL disse que não houve encontros sociais nem viagens com Vorcaro, apenas tratativas sobre o projeto cinematográfico.
Ele informou estar 100% disposto a tornar público os contratos de investimento do filme, mas explicou que os acordos são geridos por um fundo privado com sede nos EUA, com regras de compliance que podem exigir cautela na divulgação. A declaração ocorreu após vazamento de mensagens pela Intercept Brasil.
Flávio também pediu desculpas por ter negado a relação com Vorcaro nas negociações anteriores, reconhecendo que mudou de versão após a matéria do Intercept Brasil. Questionado sobre a confiança do público, afirmou compreender a percepção de perseguição e disse estar aberto a esclarecimentos.
A relação entre Flávio Bolsonaro e Romeu Zema, pré-candidato do Novo, ganhou contorno após o vazamento. Zema disse nas redes sociais que o áudio envolvendo o banqueiro era imperdoável; o senador, por sua vez, alegou que Zema se precipitou e que uma possível chapa ficou inviável diante dos acontecimentos.
Paralelamente, o ministro do STF Flávio Dino abriu investigação sigilosa para apurar supostos direcionamentos de emendas parlamentares a projetos culturais, incluindo o filme sobre Jair Bolsonaro. Flávio negou que recursos de emendas tenham sido usados para financiar o longa e defendeu Mário Frias.
O senador afirmou confiar 100% no irmão Eduardo Bolsonaro e em Frias. Segundo ele, Eduardo investiu dinheiro próprio no filme para segurar o roteirista, com recursos de um fundo privado nos EUA usados integralmente no projeto. Flávio ressaltou que o contrato antigo consolidou a participação de Eduardo como diretor executivo.
Eduardo supostamente participou do financiamento para estruturar a produção e garantir a continuidade criativa. Flávio afirmou que os recursos foram empregados de forma correta e que há transparência sobre a destinação do dinheiro envolvido no projeto. Ele lembrou que é figura pública e tem obrigação de explicações.
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