- O senador Flávio Bolsonaro afirmou que o filme Dark Horse, biografia de Jair Bolsonaro, teve o dinheiro “100% investido” na produção.
- Ele disse à CNN Brasil que, se a obra tivesse sido produzida no Brasil, haveria prisões e tentativas de censura para interferir nas eleições de 2026.
- A declaração ocorreu após o Intercept Brasil divulgar áudios, mensagens e documentos relacionados ao financiamento do longa e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
- Flávio disse ter solicitado ao fundo privado responsável pela operação nos Estados Unidos a divulgação do contrato ou uma prestação de contas da produtora.
- Segundo o senador, apresentar o contrato ou as contas mostraria que o dinheiro foi realmente usado integralmente no filme.
Flávio Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira que o financiamento do filme Dark Horse, cinebiografia sobre Jair Bolsonaro, foi 100% investido na produção. O senador e pré-candidato defendeu que, caso o projeto tivesse ocorrido no Brasil, haveria prisões e tentativas de censura para interferir na eleição de 2026.
A declaração ocorreu após o Intercept Brasil divulgar áudios, mensagens, documentos e comprovantes bancários relacionados às negociações envolvendo o financiamento e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O material levantou questões sobre a origem e a destinação dos recursos usados na produção.
Segundo Flávio, a produção recebida no exterior estaria sujeita a prestação de contas, e ele pediu ao fundo privado responsável que torne público o contrato ou permita a verificação pela produtora brasileira. A intenção é demonstrar que o dinheiro foi realmente aplicado no filme.
Documentos e esclarecimentos
Em entrevista à CNN Brasil, o senador afirmou que pediu transparência do fundo privado, buscando confirmação ainda mais robusta sobre a aplicação dos recursos. Ele ressaltou que há interesse em disponibilizar contratos ou prestações de contas para que terceiros possam verificar o uso dos recursos.
O objetivo, segundo Flávio, é confirmar publicamente a totalidade do investimento no longa. A equipe do fundo está avaliando a viabilidade legal de tornar o contrato público. A reportagem do Intercept Brasil também envolve o contexto de negociações com Vorcaro.
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