Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Flávio é chamado de ladrão durante visita a quartel da PM no Rio

Manifestantes vaiaram o senador Flávio Bolsonaro durante visita ao quartel da Polícia Militar no Rio, após vazamento de áudios que o associam a Vorcaro; STF abre investigação preliminar

Na imagem, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
0:00
Carregando...
0:00
  • Flávio Bolsonaro foi chamado de “ladrão” por manifestantes durante visita a um quartel da Polícia Militar no Rio de Janeiro.
  • O episódio ocorreu após o vazamento de áudios que apontam ligação entre o senador e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, relacionado ao caso Master.
  • O The Intercept Brasil divulgou as gravações na quarta-feira, 13 de maio, sobre o financiamento do filme Dark Horse, que retrata Jair Bolsonaro.
  • Flávio afirmou não haver irregularidades nos aportes ligados à produção do filme, alegando que os recursos seriam de investimento privado com retorno financeiro, e não doações.
  • No âmbito do STF, o ministro Flávio Dino abriu uma investigação preliminar, sob sigilo, para apurar uso de emendas parlamentares no financiamento do longa, após requerimento de Tabata Amaral; até 15 de maio, a Câmara e os deputados Bia Kicis e Marcos Pollon já se manifestaram, mas Mário Frias não se manifestou.

Na última semana, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi chamado de ladrão por manifestantes durante visita ao quartel da Polícia Militar no Rio. O clima ocorreu no contexto de vazamentos de áudios que ligam o pré-candidato à Presidência ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. As gravações foram divulgadas pelo The Intercept Brasil na quarta-feira, 13 de maio. A manifestação ocorreu durante a cerimônia no estado.

Segundo as gravações, as conversas tratam do financiamento do filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. Flávio negou irregularidades em aportes ligados à produção. A defesa afirmou que os recursos vêm de um investimento privado com retorno esperado, e não de doação ou favorecimento.

A repercussão chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Flávio Dino determinou a abertura de uma investigação preliminar, sigilosa, sobre uso de emendas parlamentares no financiamento do longa bolsonarista. O pedido partiu da deputada Tabata Amaral (PSB-SP).

Em despacho de 21 de março de 2026, o STF intimou a Câmara e os deputados Mário Frias (PL-SP), Bia Kicis (PL-DF) e Marcos Pollon (PL-MS) a se manifestarem. Até 15 de maio, apenas Kicis e Pollon haviam respondido, sem ainda ter havido manifestação de Frias. A reportagem é do Poder360, com informações também do The Intercept Brasil.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais