- Flávio Bolsonaro negou que o irmão Eduardo tenha participação na gestão do fundo usado para a produção do filme sobre Jair Bolsonaro, dizendo que Eduardo não geriu recursos e investiu dinheiro próprio.
- O senador afirmou que o contrato em que Eduardo figura como produtor-executivo é antigo e serviu como plataforma para aportes de Eduardo, mantendo que confia 100% nele e em Mario Frias.
- Eduardo deverá publicar um vídeo para esclarecer o contrato, segundo Flávio.
- O portal Intercept revelou um contrato de novembro de 2023, com Eduardo e Mario Frias à frente da produção-executiva, apontando poder sobre orçamento e gestão financeira.
- Flávio pediu prestação de contas da produtora e disse estar 100% disposto a tornar o contrato público.
Flávio Bolsonaro afirmou que o dinheiro do fundo utilizado na produção do filme sobre Jair Bolsonaro não foi gerido por Eduardo Bolsonaro. O pré-candidato à Presidência disse confiar 100% no irmão e no deputado Mario Frias, produtor executivo do projeto.
Na entrevista à CNN, Flávio negou que Eduardo tenha participado da gestão financeira. Afirmou também que o irmão investiu recursos próprios e que não houve qualquer repasse de recurso ligado a Eduardo.
O jornal Intercept publicou, nesta sexta, um contrato datado de novembro de 2023 e assinado digitalmente por Eduardo em janeiro de 2024. A documentação envolve a GoUp Entertainment, com Eduardo e Frias à frente da produção-executiva, com poder sobre orçamento.
Contrato e ações futuras
Flávio disse que solicitou a prestação de contas da produtora e se mostrou disposto a tornar público o contrato do filme, para esclarecer a relação entre as partes envolvidas.
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