- Governo acelera agenda de segurança energética com foco no Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência (LRCAP 2026).
- Crise hídrica de 2020 e 2021 influencia decisões, ressaltando a necessidade de potência firme diante de renováveis intermitentes.
- Tribunal de Contas da União recomendou mecanismos mais robustos e reforço no planejamento energético; MME revisa estratégias.
- Certame contratou quase 19 GW, incluindo térmicas a gás, carvão e ampliações hidrelétricas, com deságio médio de 5,5% apontando competitividade.
- Técnicos estudam armazenamento de energia e maior flexibilidade operacional; TCU deve se manifestar sobre a etapa atual do LRCAP 2026 nos próximos dias.
O governo acelera a agenda de segurança energética para enfrentar o risco de desabastecimento. Técnicos do Ministério de Minas e Energia enxergam o Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência (LRCAP 2026) como resposta estrutural aos gargalos do setor.
A iniciativa ganhou impulso após recomendações do Tribunal de Contas da União, no Acórdão 1.567/2022, que pediu mecanismos de prevenção mais robustos. Estudos do MME indicam preocupação com renováveis intermitentes e menor regularização de reservatórios.
O LRCAP 2026 contratou quase 19 GW, envolvendo térmicas a gás e carvão e ampliações hidrelétricas para entregar potência firme. O deságio médio de 5,5% é usado para defender a competitividade do modelo.
Foco em armazenamento e flexibilidade
Técnicos do governo trabalham também em mecanismos para armazenar energia e ampliar a flexibilidade operativa do sistema, em linha com o avanço das renováveis. O TCU deve se manifestar em breve sobre a etapa atual do LRCAP 2026.
Entre na conversa da comunidade