- Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo, filiou-se ao Democracia Cristã no início de abril e pode ser lançado como pré-candidato à Presidência pelo partido.
- O DC lançou Aldo Rebelo no começo do ano, mas ele não decolou nas pesquisas e foi substituído.
- O partido vê Barbosa como símbolo de resposta a questões que cercam as eleições, incluindo a crise ética na política e a desmoralização do Supremo Tribunal Federal.
- Barbosa foi destaque no julgamento do Mensalão e é visto pela sigla como alguém que representa linha-dura no combate à corrupção.
- O DC busca construir a chapa com Barbosa, mantendo conversas sobre alianças com caciques do centrão nas últimas semanas; Barbosa completará 72 anos entre o primeiro e o segundo turno.
Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF, filiou-se ao Democracia Cristã no início de abril e deve ser lançado como pré-candidato à Presidência pelo partido. A decisão envolve revisão de estratégicas do DC para a disputa de outubro.
A troca de nomes ocorreu após o DC ter anunciado Aldo Rebelo como pré-candidato no começo do ano. Rebelo não teve desempenho relevante nas pesquisas e o DC decidiu substituí-lo na corrida eleitoral.
O DC acredita que Barbosa representa resposta a questões centrais do pleito, como ética na política e a descrença com o Judiciário. O ex-ministro presidiu o STF e ficou famoso pela participação no julgamento do Mensalão.
Perfil e objetivo do movimento
Barbosa é mineiro, reside no Rio de Janeiro e completará 72 anos entre o primeiro e o segundo turno. O DC vê nele um nome com projeção nacional e perfil linha-dura contra corrupção, segundo avaliação interna.
A cúpula do DC já sinalizou que busca um companheiro de chapa com peso político para compor a majoritária. Nos últimos dias, pelo menos dois caciques do centrão foram procurados para tratar de alianças.
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