- O pastor Josué Valandro Júnior, presidente da Igreja Batista Atitude, defendeu Flávio Bolsonaro após a divulgação de áudios envolvendo o senador e o empresário André Vorcaro.
- Valandro afirmou não ver indícios de crime no conteúdo divulgado e criticou a tentativa de criar uma narrativa de equivalência entre direita e esquerda.
- O pastor disse que o áudio trata de verba privada para uma produção audiovisual, sem dinheiro público envolvido, e que isso é comum no mercado.
- Ele citou que Vorcaro já financiou produções associadas a outras figuras políticas, incluindo Lula e Temer.
- Valandro reconheceu a repercussão causada pelas denúncias sobre Vorcaro, mas afirmou que o áudio não demonstra irregularidade por parte de Flávio Bolsonaro.
Josué Valandro Júnior, pastor e presidente da Igreja Batista Atitude, saiu em defesa do senador Flávio Bolsonaro após a divulgação de áudios envolvendo Flávio e o empresário André Vorcaro. O líder religioso afirmou não enxergar indícios de crime no conteúdo e criticou a narrativa de equivalência entre direita e esquerda que ganhou as redes.
Valandro disse que o episódio envolve uma produção privada, com recursos de uma empresa privada, sem desvio de dinheiro público ou contrapartidas para o setor público. A defesa sustenta que a repercussão visa desgastar a imagem da direita e atingir politicamente Flávio Bolsonaro.
Segundo o pastor, a mídia estaria tentando criar a impressão de que todos são culpados. Ele afirmou que a prática de buscar recursos privados para produções audiovisuais é comum no mercado e que o investidor poderia ter lucro ou prejuízo conforme o resultado da obra.
Contexto e desdobramentos
Valandro afirmou que Vorcaro já financiou produções ligadas a diversas figuras políticas, incluindo referências a Lula e Temer. O pastor mencionou variações nos valores divulgados sobre o caso, que teriam sido divulgados como centenas de milhões, depois dezenas de milhões e, em seguida, cerca de 2 milhões.
Apesar de defender Flávio, Valandro reconheceu que o áudio ganhou repercussão devido às denúncias envolvendo Vorcaro. Ele afirmou que o conteúdo não mostraria irregularidade por parte do senador e questionou a possibilidade de responsabilizar pessoas por relações comerciais antigas com empresários investigados hoje.
O pastor afirmou ainda que não há indícios de crime no áudio e criticou a atuação de setores da esquerda que, na avaliação dele, utilizam desinformação como estratégia política. A entrevista sobre o tema ocorreu em meio à percepção de fanatismo político nas redes sociais e no cenário público.
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