- A Vara da Infância e Juventude de Florianópolis arquivou o caso sobre a morte do cão Orelha, a pedido do Ministério Público de Santa Catarina.
- A decisão foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina na sexta-feira, 15 de maio de 2026.
- O MP SC informou que, após analisar dois mil arquivos, vídeos e laudos, concluiu que Orelha não foi morto por agressão de adolescentes.
- Segundo a promotoria, a morte ocorreu devido a uma condição grave e preexistente, e não pela agressão, com o processo em segredo de Justiça.
- Orelha foi submetido à eutanásia.
O Tribunal de Justiça de Santa Catarina confirmou o arquivamento do caso envolvendo a morte do cão Orelha, ocorrido na Praia Brava, em Florianópolis. A decisão foi tomada a pedido do Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) e anunciada na sexta-feira (15 de maio de 2026).
A análise realizada pelo MP-SC envolveu cerca de 2 mil arquivos, vídeos e laudos técnicos. Constatou-se que Orelha não foi morto por agressão de adolescentes, como interpretado inicialmente, e que o óbito ocorreu por uma condição grave preexistente.
Segundo o MP-SC, os adolescentes e Orelha não teriam estado juntos na praia no período da suposta agressão. O Decreto de arquivamento está dentro de parâmetros legais e impede o prosseguimento do processo por iniciativa do Poder Judiciário, conforme explicou o TJ-SC em nota.
Este conteúdo foi originalmente publicado pela Agência Brazil e adaptado pelo Poder360, com crédito à fonte. Processo corre em segredo de Justiça.
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