- Justiça de Santa Catarina arquivou as investigações do caso Orelha após pedido do Ministério Público.
- A decisão foi proferida pela juíza Vanessa Bonetti Haupenthal, da Vara da Infância e Juventude de Florianópolis.
- O MP informou que não houve provas suficientes para incriminar os adolescentes nem para comprovar que o animal morreu por agressões; as investigações teriam se baseado em suposições, boatos nas redes sociais e mensagens de WhatsApp.
- Exame exumatório apontou infecções na região do maxilar e inflamações nos cálculos dentários, sem fraturas cranianas ou sinais de espancamento.
- Não foram encontradas provas que ligassem os adolescentes ao caso; outros procedimentos envolvendo eles, como o suposto furto de um quiosque na praia Brava, também foram arquivados.
A Justiça de Santa Catarina arquivou as investigações do chamado “caso Orelha”, o cachorro morto na praia Brava, em Florianópolis, em janeiro deste ano. A decisão ocorreu após pedido do Ministério Público.
A juíza Vanessa Bonetti Haupenthal, da Vara da Infância e Juventude da capital, acolheu o pleito, afirmando que não havia provas suficientes para incriminar os adolescentes. A investigação apontava para possíveis agressões.
Segundo o MP, a apuração se apoiou em informações consideradas insuficientes, além de referências a supostos boatos nas redes sociais e em mensagens de WhatsApp. Não houve elementos concretos que comprovassem autoria.
A exumação do animal apontou infecções no maxilar e inflamações dentárias, sem fraturas cranianas. O documento oficial também cita inchaço facial, mas ausência de sinais de espancamento.
O Ministério Público informou não ter encontrado evidências que ligassem os adolescentes ao crime. Um dos investigados sequer estaria no local e horário indicados pela polícia.
Junto do caso Orelha, o MP informou o arquivamento de investigações envolvendo os mesmos adolescentes, incluindo uma suposta prática de furto de um quiosque na mesma praia.
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