- Lula voltou a defender a criação de uma distribuidora de combustíveis estatal, citando a BR Distribuidora, privatizada em 2021, em evento na Bahia ao lado da presidente da Petrobras, Magda Chambriard.
- Ele disse que, com o ritmo atual e vontade política, o Brasil pode ter novamente uma distribuidora de gasolina; a nova é da Vibra, mas os postos manterão a marca BR.
- O presidente ressaltou a importância da Petrobras atuar na distribuição e criticou a venda da BR, citando que o governo precisa manter influência sobre preços.
- Lula afirmou que, mesmo diante de alta no exterior e da guerra no Oriente Médio, o governo não repassará aumentos aos consumidores.
- A presidente da Petrobras informou que a estatal busca autossuficiência no refino de diesel e gasolina até 2030, com uso acima de cem por cento nas refinarias.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender a criação de uma distribuidora de combustíveis estatal, em evento na Bahia ao lado da presidente da Petrobras, Magda Chambriard. A ideia remete à antiga BR Distribuidora, privatizada em 2021.
Lula afirmou que, com vontade política e mantendo o ritmo atual, o Brasil poderia ter novamente uma distribuidora de gasolina sob controle público, apesar de a atual marca nos postos ser Vibra. Ele destacou que a Petrobras é a empresa do país.
O governo tem defendido a medida para influir no preço final dos combustíveis, diante de pressões de alta no mercado externo e de incentivos que não chegam aos postos, segundo o Executivo.
Magda Chambriard disse que a Petrobras mira autossuficiência no refino de diesel e gasolina até 2030. Ela citou planejamento estratégico para elevar o fator de utilização das refinarias e reduzir estoques caros.
Ainda segundo a presidente da Petrobras, alcançar a autossuficiência redundaria em maior estabilidade de oferta e preços ao consumidor, com o diesel abrindo caminho para a gasolina até 2030.
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