Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Moraes vota para tornar policiais réus por obstrução no caso Marielle

Moraes vota para tornar réus três policiais no caso Marielle, por obstrução de Justiça e associação criminosa, em julgamento virtual no STF

Além da condenação criminal, a PGR pleiteia a perda dos cargos públicos dos envolvidos e o pagamento de indenização por dano moral coletivo - (crédito: LUIZ SILVEIRA /STF)
0:00
Carregando...
0:00
  • O ministro Alexandre de Moraes votou para tornar réus Rivaldo Barbosa de Araújo, ex-chefe da Polícia Civil do RJ, Giniton Lages e Marco Antonio de Barros em caso relacionado aos assassinatos de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.
  • A denúncia, apresentada pela Procuradoria-Geral da República, aponta associação criminosa armada e obstrução de Justiça durante as investigações, com potencial de indenização por dano moral coletivo e perda de cargos públicos.
  • Segundo a PGR, o grupo integrava uma organização criminosa que manipulava inquéritos para proteger milícias e contraventores no Rio de Janeiro, usando ocultação de provas, direcionamento de investigações e testemunhos falsos.
  • No caso específico de Marielle, Rivaldo Barbosa, então diretor da Divisão de Homicídios, teria aderido ao plano para evitar a identificação dos autores.
  • O julgamento ocorre em sessão virtual da Primeira Turma do STF, com previsão de encerramento em 21 de maio; defesa de Rivaldo pediu mudança para sessão presencial, mas o pedido foi indeferido.

O ministro Alexandre de Moraes votou para admitir a denúncia contra Rivaldo Barbosa de Araújo, ex-chefe da Polícia Civil do Rio, Giniton Lages e Marco Antonio de Barros. Eles são acusados pela PGR de associação criminosa armada e obstrução de Justiça nos casos que envolvem Marielle Franco e Anderson Gomes.

Os três são alvo de julgamento na sessão virtual da Primeira Turma do STF, com previsão de conclusão até 23h59 de 21 de maio. A acusação sustenta que o grupo integrava uma organização que manipulava investigações para proteger milícias e contraventores no Rio de Janeiro.

Segundo a denúncia, o trio atuava de forma padronizada com ocultação de provas, desvio de inquéritos e uso de testemunhos falsos, para impedir que autores de crimes ligados a milícias fossem identificados.

No caso de Marielle, Rivaldo Barbosa, então diretor da Divisão de Homicídios, teria aderido ao plano e se comprometido a evitar a identificação dos executores, conforme aponta a PGR. Além da condenação criminal, há pleito pela perda de cargo público e indenização por dano moral coletivo.

A sessão ocorre menos de três meses após a Primeira Turma ter apresentado condenações históricas envolvendo mandantes do crime. Em fevereiro, Chiquinho e Domingos Brazão receberam 76 anos de prisão cada, seguidos de outros sentenciados de natureza semelhante.

A defesa de Rivaldo Barbosa tentou transferir o julgamento para sessão presencial, mas o pedido foi rejeitado pelo relator. A análise permanece no formato virtual, conforme decisão do STF.

Contexto

A denúncia foi assinada pelo vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand, e detalha que o grupo padronizava ações para favorecer milícias.

Julgamento atual

Ainda não há conclusão prevista para as ações, que devem seguir até o encerramento da semana. O desfecho pode impactar a responsabilização de envolvidos e o cumprimento de penas relativas aos crimes investigados.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais