Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Moraes vota para tornar réus três acusados no caso Marielle

Moraes vota pela abertura de ação penal contra três acusados de obstruir as investigações do caso Marielle Franco e Anderson Gomes

Na imagem, a ex-vereadora Marielle Franco
0:00
Carregando...
0:00
  • Moraes votou para tornar réus três acusados de obstruir as investigações do assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018 no Rio de Janeiro.
  • A denúncia da Procuradoria-Geral da República envolve Rivaldo Barbosa, Giniton Lages e Marco Antônio de Barros, acusados de sumir com provas, incriminar inocentes, usar testemunhas falsas e realizar diligências desnecessárias para garantir impunidade.
  • O ministro afirmou haver indícios mínimos de autoria e materialidade de obstrução das investigações correlatas aos homicídios.
  • A votação ocorre na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, em julgamento virtual, que fica aberto até 22 de maio.
  • Defesas argumentaram falta de provas, questionaram o foro de Giniton e destacaram que Ronnie Lessa foi preso; Rivaldo já havia sido condenado pelos fatos relacionados.

O ministro Alexandre de Moraes votou para tornar réus três acusados de obstruir as investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O julgamento ocorreu nesta sexta-feira, 15 de maio de 2026, em formato virtual, envolvendo a denúncia da PGR contra Rivaldo Barbosa, Giniton Lages e Marco Antônio de Barros. A ação penal aponta ações para sumir com provas, incriminar pessoas inocentes, usar testemunhas falsas e realizar diligências desnecessárias para garantir a impunidade dos mandantes e executores do crime, ocorrido no Rio de Janeiro em 2018.

O voto do relator ocorreu durante a análise da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República. Moraes afirmou haver indícios mínimos de autoria e materialidade de que Rivaldo Barbosa, em conluio com Giniton Lages e Marco Antônio de Barros, teriam obstruído as investigações por meio de ação e omissão impróprias para favorecer os responsáveis pelo homicídio. A denúncia está sob análise na Primeira Turma do STF, com a votação aberta até o dia 22 de maio.

Ainda conforme o processo, os irmãos Brazão já haviam sido condenados, em 25 de fevereiro de 2026, pela morte de Marielle. Moraes votou pela abertura da ação penal contra Rivaldo, Lages e Barros, apontados pela PGR como responsáveis por impedir o avanço das apurações. Defesas apresentaram contestações específicas, pedindo a rejeição da denúncia por falta de provas, questionando o foro de alguns acusados e destacando que a polícia já havia indiciado o executor Ronnie Lessa.

Defesas

Antes do julgamento, a defesa de Rivaldo argumentou falta de provas e apontou que a denúncia se baseia em inferências. Giniton Lages sustenta que não possui foro privilegiado para ser julgado pelo STF. Já a defesa de Marco Antônio de Barros afirma que nenhum elemento de prova foi produzido e que as ações da polícia resultaram na prisão de Ronnie Lessa, delator e executor do crime.

O julgamento virtual permanece em curso, com a votação aberta até o prazo indicado pela corte. As informações originais foram veiculadas pela Agência Brasil, em 15 de maio de 2026, e foram adaptadas para o conteúdo deste portal.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais