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Operação investiga esquema de corrupção e ameaças a vereadores no Vale do Sinos

Operação Expropriatus mira esquema de corrupção e suborno para influenciar votações na Câmara de Estância Velha; cinco mandados são cumpridos

Foto: Polícia Civil RS / Porto Alegre 24 horas
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  • Operação Expropriatus mira suposto esquema de corrupção e coerção política ligado ao Legislativo de Estância Velha, no Vale do Sinos.
  • Investigação aponta tentativa de influenciar votações na Câmara por meio de suborno e ameaças a parlamentares municipais.
  • Cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços da região, incluindo Estância Velha e Novo Hamburgo.
  • Alvos incluem um ex-vereador de Novo Hamburgo, apontado como principal articulador, e um vereador de Estância Velha suspeito de colaborar.
  • Os investigados podem responder por corrupção ativa, coação no curso do processo e associação criminosa.

Uma operação policial realizada na manhã desta sexta-feira (15) mira um suposto esquema de corrupção e coerção política ligado ao Legislativo de Estância Velha, no Vale do Sinos. A ação busca desarticular tentativas de suborno e intimidação para influenciar votações na Câmara Municipal.

Segundo a Polícia Civil, a investigação aponta que o grupo pretendia interferir em decisões da Câmara por meio de propostas de suborno e ameaças a vereadores, com o objetivo de aprovar um projeto de forte impacto na cidade. A ofensiva recebe supervisão da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas.

Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em endereços da região. Entre os alvos estão um ex-vereador de Novo Hamburgo, apontado como principal articulador, e um vereador de Estância Velha suspeito de cooperação no esquema.

Detalhes da operação e alvos

As diligências ocorreram nos bairros Rincão dos Ilhéus, em Estância Velha, e Jardim Mauá, em Novo Hamburgo. A polícia busca documentos, aparelhos eletrônicos e materiais que sustentem as investigações e identifiquem outros envolvidos.

Os investigados podem responder por corrupção ativa, coação no curso do processo e associação criminosa, conforme a Polícia Civil. A apuração é conduzida pela Draco, unidade responsável pela atuação contra organizações criminosas.

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