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PF apontado como líder de A Turma chega ao DF, mostra imagens

Marilson Roseno, apontado pela PF como líder do núcleo operacional ligado a Vorcaro, é transferido para a Penitenciária Federal de Brasília, ampliando apurações e rede externa

Imagem colorida, Preso, PF apontado como líder de "A Turma" chega ao DF. Veja imagens
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  • Marilson Roseno da Silva, policial federal aposentado de 56 anos, é apontado pela PF como líder do núcleo operacional ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro.
  • Ele chegou a Brasília por volta de 18h30, transferido para a Penitenciária Federal de Brasília na tarde desta sexta-feira.
  • A transferência foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, relator do caso.
  • A PF diz que Roseno era um dos principais operadores do grupo, coletando dados sigilosos e monitorando alvos de interesse, além de acompanhar jornalistas e ex-funcionários ligados às investigações.
  • A nova fase da operação também mira o pai de Vorcaro, Henrique Moura Vorcaro, que deve ser levado ao Centro de Remanejamento Gameleira, em Minas Gerais, após audiência de custódia; grupo investiga crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, invasão de dispositivos, organização criminosa e violação de sigilo funcional.

Marilson Roseno da Silva, policial federal aposentado, chegou a Brasília por volta das 18h30 desta sexta-feira (15/5). Ele acumula atuação destacada em uma linha de fronteira entre o núcleo operacional ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro e a investigação da PF sobre possível esquema relacionado ao banco Master.

A transferência foi autorizada pelo ministro André Mendonça, relator do caso no STF, na decisão proferida na quinta-feira (14/5). Naquela data, o investigado já havia sido detido na nova fase da operação.

Roseno é apontado pela PF como um dos principais operadores do grupo conhecido como A Turma, que atuaria para obter dados sigilosos e monitorar alvos de interesse. A polícia afirma que ele coordenava ações de monitoramento, obtenção de informações e intimidação de pessoas relacionadas às investigações.

Os investigadores destacam que o grupo, em benefício de Vorcaro, atuava com coleta de dados para antecipar ou neutralizar diligências oficiais. Também haveria acompanhamento de jornalistas e ex-funcionários ligados ao caso.

Marilson permanece detido desde 4 de março, data da terceira fase da operação. A decisão de transferência aponta indícios de uma rede externa ainda ativa e possibilidade de influência do investigado sobre integrantes do grupo que seguem em liberdade.

Outros alvos da operação

O pai de Daniel Vorcaro, o empresário Henrique Moura Vorcaro, também figura entre os alvos. Ele será encaminhado ao Centro de Remanejamento Gameleira, em Minas Gerais, após audiência de custódia.

Além disso, Rodrigo Pimenta Franco, identificado como hacker ligado ao grupo, também continua detido. A nova etapa apura crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, invasão de dispositivos, organização criminosa e violação de sigilo funcional.

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