- A Polícia Federal deflagrou operação no Rio de Janeiro envolvendo suspeitas de fraudes fiscais na Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, com mandados de busca e apreensão.
- O ex-governador Cláudio Castro teve mandado cumprido na residência de luxo na Barra da Tijuca, acompanhado por advogados.
- Além de Castro, são alvos o empresário Ricardo Magro, dono da Refit, e outras pessoas ligadas à empresa; investigação aponta ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior.
- A ação partiu de ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, no âmbito da ADPF das Favelas, totalizando dezessete mandados de busca e apreensão.
- O Rio de Janeiro segue sob gestão provisória do desembargador Ricardo Couto; Castro já sinaliza possível candidatura ao Senado; entre os investigados também estão Guaraci Vianna, Juliano Pasqual e Renan Saad.
A Polícia Federal deflagrou uma operação no Rio de Janeiro envolvendo o ex-governador Cláudio Castro. A ação mira supostas fraudes fiscais da Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, e inclui mandados de busca e apreensão. Os trabalhos ocorrem no contexto de investigação sobre ocultação patrimonial e evasão de recursos ao exterior.
Além de Castro, é alvo o empresário Ricardo Magro, proprietário da Refit, e outras pessoas ligadas à empresa. A PF apura uso da estrutura societária e financeira da empresa para dissimular bens e operações que favoreçam a evasão.
A ordem de busca foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, no âmbito da ADPF das Favelas. O procedimento envolve 17 mandados, incluindo buscas na residência do ex-governador, em condomínio de alto padrão na Barra da Tijuca, com a presença de advogados.
Detalhes e desdobramentos
Entre os outros investigados aparecem o desembargador afastado Guaraci Vianna, o ex-secretário estadual de Fazenda Juliano Pasqual e o ex-procurador do estado Renan Saad. A ação também cita o envolvimento de outros alvos em investigação correlata.
O Rio de Janeiro permanece sob gestão provisória promovida pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ricardo Couto. O caso surge em meio a debates sobre a forma de escolha do governador interino.
Cláudio Castro já sinalizou a possibilidade de disputar o Senado nas eleições de outubro. As informações sobre o andamento da operação continuam sendo acompanhadas pelos veículos de imprensa, com base em fontes oficiais.
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