- O senador Carlos Viana enviou um ofício ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, questionando a troca da coordenação responsável pelos inquéritos de fraudes no INSS.
- As mudanças atingiram principalmente o setor de fraudes previdenciárias para a Coordenação de Inquéritos nos tribunais superiores (Cinq), visando solicitado pela PF para avançar em casos que envolvem o filho do presidente Lula.
- Um dos delegados responsáveis saiu do cargo; segundo a PF, ele continua auxiliando nos trabalhos, e fontes indicam que ele pediu a mudança para Minas Gerais.
- Os inquéritos do INSS se originaram na Justiça Federal e chegaram ao Supremo Tribunal Federal por envolver políticos com foro privilegiado, sob relatoria do ministro André Mendonça.
- No âmbito da CPMI do INSS, Lulinha foi mencionado em pedidos de quebra de sigilo e em requerimentos de oitivas; houve pedidos de prisão preventiva que foram rejeitados pelos parlamentares.
O senador Carlos Viana (PSD-MG) enviou um ofício ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, questionando a troca da coordenação responsável pelos inquéritos sobre fraudes no INSS. O documento solicita esclarecimentos sobre a motivação da mudança.
As alterações atingiram principalmente a Cinq, Coordenação de Inquéritos que tramitam nos tribunais superiores, que produz pedidos de quebra de sigilos de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula.
Viana, que presidiu a CPMI do INSS, afirmou em vídeo nas redes sociais que não pode haver interferência política em uma investigação de grande relevância nacional.
Mudança de coordenação na PF
A PF informou que o delegado-chefe da divisão de combate a crimes previdenciários deixou o cargo, mas continua auxiliando nos trabalhos. Fontes próximas disseram que o delegado pediu a transferência para Minas Gerais, seu estado natal.
Os demais delegados do caso permanecem na nova coordenação, ainda dentro da mesma diretoria, a Dicor, que continua supervisando as investigações. O andamento permanece sob a supervisão da Justiça Federal e, em última instância, do STF mediante relatoria do ministro André Mendonça.
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