- Spencer Pratt, ex-vilão de reality show, concorre à prefeitura de Los Angeles, centrando a campanha na resposta aos incêndios de janeiro de dois mil e vinte e cinco.
- Pesquisas o colocam em segundo lugar, atrás da atual prefeita Karen Bass e à frente da vereadora Nithya Raman.
- Pratt recebeu endosso de Joe Rogan e elogios de Elon Musk e apresentadores da Fox News; seus anúncios dominam TikTok e X nos EUA.
- Os incêndios de janeiro de dois mil e vinte e cinco traumatizaram a cidade, com milhares de desabrigados e críticas à preparação e recuperação; Pratt perdeu a casa nos Palisades.
- Analistas dizem que a disputa não é apenas ideológica e pode ir a segundo turno em novembro; a maioria acredita que a cidade está seguindo na direção errada.
Spencer Pratt, ex-vilão do reality show The Hills, pode disputar a prefeitura de Los Angeles. A campanha dele foca na insatisfação com o custo de vida alto e a recuperação lenta após os incêndios de 2025. Ele concorre a uma prefeitura tradicionalmente democrata, com adversários locais conhecidos.
A candidatura de Pratt ganhou tração em meio a pesquisas que o colocam em segundo lugar, atrás da atual prefeita Karen Bass e à frente da vereadora Nithya Raman. O badalado apoio de figuras públicas e presença firme nas redes impulsionam seus anúncios, que dominam conteúdos no TikTok e no X.
Além da agenda urbana, Pratt busca capitalizar a reação a desastres recentes. Ele cresceu no Palisades, área fortemente afetada pelos incêndios de janeiro de 2025, que deixaram dezenas de mortos e milhares de casas destruídas. Pratt perdeu a própria casa no incêndio.
Cenário da campanha e desafios
Analistas veem o pleito como um referendo sobre a gestão municipal, com a maioria dos moradores acreditando que a cidade vai na direção errada. A crise de moradia, com cerca de 44 mil pessoas sem-teto, e a escassez de moradias acessíveis pesam no debate público.
A administração de Bass tem pontos positivos, como redução no número de moradores de rua, mas a percepção de falhas na preparação para emergências e na recuperação persiste. Crises contínuas alimentam o cansaço com a política local e fortalecem o discurso antiestablishment.
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