- Vazamento de áudios de Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro para Daniel Vorcaro aumenta a preocupação de aliados e pode impactar a campanha.
- Pesquisa Genial/Quaest mostra Lula com desaprovação em cinquenta e duas por cento em abril, caindo para quarenta e nove por cento em maio, e aprovação subindo de quarenta e três para quarenta e seis por cento.
- Em cenários de segundo turno, Lula passa Flávio, embora os dois estejam próximos, com quarenta e dois por cento a quarenta e um por cento.
- PF investiga se parte dos recursos solicitados por Flávio financiou o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos; ele nega.
- Governo anuncia pacote de onze bilhões de reais para Segurança Pública, edita medidas provisórias para conter preços de combustíveis e zerar taxa de “blusinhas”; agenda legislativa inclui a PEC da Escala 6×1 com parecer na terça e votação no dia 27.
O discurso político envolve áudio vazado de pré-candidato à Presidência. Flávio Bolsonaro (PL-RRJ) aparece em gravação pedindo dinheiro a ex-banqueiro, o que aumenta a tensão entre oposição e governo. O conteúdo foi revelado em meio a avaliação de cenários eleitorais.
Pesquisa Genial/Quaest mostra mudança de humor no governo. A desaprovação de Lula caiu de 52% em abril para 49% em maio, enquanto a aprovação subiu de 43% para 46%. Em cenários de segundo turno, Lula chega a 42% e Flávio a 41%.
O episódio eleva a dificuldade da oposição. Partidários passaram a temer novas revelações, com impactos ainda incertos sobre a corrida presidencial. A PF investiga se verbas solicitadas por Flávio chegaram a financiar Eduardo Bolsonaro, morando nos Estados Unidos, que nega o desvio.
A pauta política é influenciada pelo caso. Há articulações sobre a possível substituição de Flávio por Michelle Bolsonaro entre núcleos de apoio, o que alimenta especulações sobre a formação de palanque para 2026. A possibilidade mantém o cenário instável.
Na próxima semana, três pesquisas de intenção de voto devem ser divulgadas: Atlas/Intel na terça-feira, e Vox e Vetor Arrow em momentos ainda não confirmados. Os levantamentos incluem cenários com o nome de Michelle.
O governo federal busca avançar na agenda com medidas para a Segurança Pública. Um pacote de 11 bilhões de reais foi anunciado, acompanhado de MPs para reduzir efeitos econômicos de custos públicos. Outras iniciativas incluem ações para conter preços de combustíveis.
A Câmara aprovou propostas relevantes, como a PEC da Segurança Pública e o PL das Terras Raras, mas o Senado ainda não avançou nesses temas. O Planalto espera sinal de reaproximação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, após rejeição de indicação ao STF.
No ritmo do governo, o Planalto mantém a expectativa de cumprir a agenda legislativa e manter a pauta positiva. A análise acompanha o momento político, com impactos amplos para estudos de pesquisas e estratégias eleitorais futuras.
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